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Fabricantes estão sendo culpados pela escassez de memória RAM; a Micron diz que o verdadeiro gargalo está em outro lugar e que situação não muda antes de 2018

Ela aponta o problema para limites industriais e para um mercado que mudou de escala

17 jan 2026 - 15h40
(atualizado às 18h10)
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Foto: Xataka

Há meses, a escassez de memória RAM faz parte do debate tecnológico. A princípio, parece um fenômeno que não precisa de muita explicação: se falta RAM e os preços sobem, a conclusão imediata é que alguém está privilegiando a IA e deixando o consumidor de lado.

Essa ideia pegou forte, sobretudo depois de decisões visíveis que afetaram o fornecimento doméstico e reforçaram a sensação de abandono. Mas, ao levar em conta como a memória é fabricada e como o fornecimento é mantido estável hoje, o gargalo não parece mais tão simples.

Uma decisão polêmica

Nesse clima de suspeita generalizada, a fabricante Micron se tornou um alvo preferencial, junto com outras grandes do setor, por uma decisão recente: o anúncio do fim dos produtos de consumo da Crucial. A empresa comunicou que deixará de vender memória RAM e armazenamento sob essa marca histórica, finalizando os pedidos atuais até fevereiro de 2026.

Para muitos usuários, isso foi interpretado como uma retirada direta do mercado consumidor justamente quando a memória está em falta. A Micron justificou a decisão afirmando que o crescimento impulsionado pela IA nos data centers disparou a demanda e que a saída da Crucial busca melhorar o fornecimento e o suporte aos seus clientes estratégicos em segmentos de maior crescimento.

Do ponto de vista da Micron, o problema não é abandonar o consumidor, mas uma mudança abrupta na escala do mercado. Christopher Moore, vice-presidente de marketing para o negócio de clientes e mobile, afirmou em ...

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