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"Contratamos muitas pessoas sem diploma de bacharel": formação universitária perde cada vez mais força nas contratações do Vale do Silício — como as pessoas estão se preparando?

Paixão é mais importante, mas tem algo em particular que as empresas buscam

16 jan 2026 - 12h04
(atualizado às 20h19)
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Foto: Xataka

Uma das premissas mais sólidas da indústria de tecnologia está sendo silenciosamente desmantelada. Durante décadas, possuir um diploma de universidades de elite, como Stanford ou Harvard, era o passaporte garantido para o sucesso no Vale do Silício. No entanto, gigantes como Google, Microsoft, Apple e Cisco estão mudando as regras do jogo e priorizando habilidades práticas em vez de certificados acadêmicos.

O Google, que nasceu dentro dos laboratórios de Stanford, é um dos maiores símbolos dessa transição. Entre 2017 e 2022, a porcentagem de vagas na empresa que exigiam curso superior caiu de 93% para 77%. O próprio cofundador da companhia, Sergey Brin, admitiu recentemente que a empresa tem contratado muitos talentos que "simplesmente se viram sozinhos", aprendendo de forma autodidata em cantos remotos do mundo.

Habilidades reais superam currículos tradicionais

A ascensão da inteligência artificial e a facilidade de acesso ao conhecimento técnico transformaram a maneira como as empresas avaliam o potencial de um candidato. Para muitos executivos, o desempenho acadêmico nem sempre reflete o caráter ou a capacidade de resolver problemas complexos no dia a dia.

Xataka
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