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O maior paradoxo nuclear da história: o segredo que fez o Japão sobreviver à bomba enquanto outra cidade foi apagada do mapa

Apesar de envolverem radiação nuclear, diferenças na escala do material liberado e na forma de dispersão transformaram o destino de Hiroshima e Chernobyl

5 mar 2026 - 16h45
(atualizado em 8/4/2026 às 14h07)
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Foto: Xataka

A comparação entre o bombardeio atômico de Hiroshima e o desastre de Chernobyl frequentemente gera questionamentos. Enquanto a cidade japonesa foi totalmente reconstruída e hoje abriga mais de um milhão de habitantes, a área ao redor da usina ucraniana permanece dentro de uma zona de exclusão inabitável, mesmo após quase quatro décadas do acidente.

Apesar de ambos serem desastres nucleares, as diferenças na quantidade de material radioativo liberado, na forma como ele foi disperso e nos tipos de elementos envolvidos trouxeram desfechos completamente distintos para as duas tragédias.

Quantidade de material radioativo envolvido

A primeira diferença está na escala do material nuclear presente em cada caso. A bomba "Little Boy", lançada sobre Hiroshima em 1945, continha cerca de 64 quilos de urânio, mas apenas uma pequena parte desse material participou da reação nuclear que provocou a explosão.

Em Chernobyl, o reator número 4 da usina abrigava cerca de 180 toneladas de combustível nuclear, e estimativas indicam que aproximadamente sete toneladas de material físsil foram lançadas na atmosfera após a explosão.

Como a radiação foi dispersa no ambiente

Outro fator que difere os desastres é a maneira como a radiação se espalhou no ambiente. Em Hiroshima, a bomba explodiu ainda no ar, em cerca de 580 metros de altitude. Isso fez grande parte das partículas radioativas serem levadas pelas correntes de ar antes de alcançar o solo. Essa dispersão reduziu a concentração de resíduos radioativos ...

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