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Longe dos holofotes, a DeepMind desenvolve uma IA que não quer fazer vídeos engraçadinhos, e sim reescrever a ciência

Em contraste com a IA comercial, que tenta nos conquistar com avanços chamativos e efêmeros, a "IA científica" consegue nos entusiasmar — e a DeepMind é o destaque

5 dez 2025 - 16h18
(atualizado em 5/12/2025 às 12h54)
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Foto: Xataka

A OpenAI não busca criar uma AGI. Busca fazer com que não paremos de falar dela. É o maior expoente da "produtização" da IA. Ela e outras concorrentes se concentram em oferecer opções chamativas que aumentam nossa produtividade, mas que não mudam o mundo. E é justamente isso que algumas empresas estão tentando fazer — entre elas, se destaca uma em especial: a DeepMind.

Nos últimos dois anos, a indústria tecnológica tem parecido um concurso de fogos de artifício. A cada poucos dias ou semanas, um novo modelo promete escrever e-mails melhores, gerar vídeos mais realistas ou manter conversas cada vez mais humanas. O ciclo da novidade costuma ser efêmero — as imagens no estilo Studio Ghibli foram um bom exemplo —, mas, longe desses "efeitos uau", existe uma IA silenciosa que não busca impressionar nas redes sociais, e sim ajudar a resolver problemas científicos que permanecem travados há décadas.

The Thinking Game: O recente documentário sobre a DeepMind, intitulado The Thinking Game e disponível gratuitamente no YouTube, mostra justamente essa outra face da IA. Embora o tom épico não seja muito diferente do visto no documentário AlphaGo, o que ele apresenta serve como lembrete da dicotomia atual da indústria. Enquanto a bolha da IA se infla em busca de rentabilidade imediata, a DeepMind parece ter mantido seu espírito original — o de usar IA não para imitar o ser humano, mas para, neste caso, decifrar o código da biologia.

De Pong a AlphaFold: No documentário de 84 minutos, ...

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