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A maior mentira sobre os programas assistenciais: por que dar dinheiro às pessoas não tem o efeito devastador que todos imaginavam

Estudo de 11 anos mostra resultado do Alasca, que distribui dinheiro para todos os residentes

12 mar 2026 - 13h46
(atualizado às 15h22)
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Foto: Xataka

Programas de transferência direta de renda frequentemente enfrentam críticas de que poderiam incentivar comportamentos irresponsáveis e até aumentar acidentes ou mortes. No entanto, um novo estudo de longo prazo sugere que essas preocupações podem não ter fundamento.

Pesquisadores da Universidade de Nova York (NYU), da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) e especialistas em saúde pública do Alasca analisaram 11 anos de dados médicos e registros de óbitos e não encontraram evidências de que pagamentos diretos em dinheiro levem a mais lesões graves ou mortes.

A pesquisa foi publicada no American Journal of Epidemiology (link no primeiro parágrafo) e analisou o impacto do Fundo Permanente de Dividendos do Alasca (PFD), um programa que distribui dinheiro anualmente para todos os residentes do estado.

Um experimento real de renda direta

Desde 1982, moradores do Alasca recebem um pagamento anual financiado por receitas do petróleo do estado. O valor varia a cada ano, mas geralmente fica entre US$ 1.000 e US$ 2.000 por pessoa.

Para entender os efeitos do programa, os pesquisadores examinaram dados entre 2009 e 2019, incluindo todos os registros hospitalares relacionados a traumas e todos os óbitos registrados no estado.

A análise buscava verificar se havia aumento de acidentes, violência ou outras causas de morte logo após os pagamentos anuais, período em que críticos costumam prever maior risco de gastos impulsivos com álcool ou drogas.

Os resultados, porém, não ...

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