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Declínio alarmante da fauna dulcícola: 81% das populações de peixes migratórios desapareceram

Um dos colapsos mais severos de invertebrados

27 mar 2026 - 17h49
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Foto: Xataka

Algumas das maiores migrações do planeta acontecem longe dos olhos humanos, escondidas sob a superfície de rios e bacias hidrográficas. No entanto, um novo relatório internacional alerta que essas jornadas estão entrando em colapso. Desde 1970, as populações de peixes migratórios de água doce caíram cerca de 81% em todo o mundo, um dos declínios mais severos já registrados entre vertebrados.

O levantamento foi apresentado pela Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), tratado ambiental ligado à ONU. O documento analisou milhares de dados globais e aponta que esses peixes estão entre os grupos mais ameaçados da biodiversidade aquática.

Essas espécies dependem de rios longos e conectados para sobreviver. Ao longo do ciclo de vida, muitas delas percorrem grandes distâncias entre áreas de alimentação, reprodução e crescimento. Quando essas rotas são interrompidas, as populações podem colapsar rapidamente.

Barragens e fragmentação dos rios estão no centro da crise

Segundo o relatório, o principal problema é a fragmentação dos rios causada por barragens e outras intervenções humanas. Essas estruturas interrompem os corredores naturais de migração, impedindo que os peixes completem seu ciclo de vida.

Além disso, fatores como poluição, pesca excessiva, degradação de habitats e mudanças climáticas intensificam ainda mais o declínio.

No total, 325 espécies de peixes migratórios de água doce foram identificadas como candidatas a programas ...

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