Agência americana mostra "imagens artísticas" da Terra
23 nov2010 - 07h28
(atualizado às 09h35)
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A USGS - a agência geológica dos Estados Unidos - divulgou em seu site uma série de fotografias de satélite que mostram paisagens da Terra selecionadas pelo seu valor artístico.
A coleção Earth as Art 3 apresenta 40 imagens da USGS e da Nasa feitas pelos satélites Landsat 5 e Landsat 7 a cerca de 724 km da superfície terrestre
Foto: BBC Brasil
A coleção Earth as Art 3 apresenta 40 imagens da USGS e da Nasa - a agência espacial americana - feitas pelos satélites Landsat 5 e Landsat 7 a cerca de 724 km da superfície terrestre.
As imagens de lugares extremos, como desertos e áreas cobertas de gelo em vários continentes, mostram paisagens moldadas pelo clima de cada região e por fenômenos naturais.
A coleção de fotos foi criada com base em sua beleza estética e não em seu valor científico. Earth as Art 3 é a terceira série de fotografias divulgada pela USGS com paisagens da Terra.
Aumentada em 30 vezes, a imagem mostra a cabeça de uma larva de Hydropsyche angustipennis (mosca d'água), tirada por Fabrice Parais
Foto: Divulgação
A mosca Dolichopodid sp. é vista aumentada 10 vezes, em imagem de Laurie Knight
Foto: Divulgação
Pekka Honkakoski, da Finlândia, registrou imagem de um cristal de gelo aumentada 40 vezes
Foto: Divulgação
Esta foto fluorescente mostra células gliais do cerebelo. Células gliais suportam os neurônios cerebrais. A imagem foi feita por Thomas Deerinck, do Centro Nacional de Pesquisas e Imagens Microscópicas, nos Estados Unidos
Foto: Divulgação
Imagem registrada por Laurie Knight mostra olhos de mosca aumentados 10 vezes
Foto: Divulgação
Enxofre recristalizado aumentado 63 vezes foi registrado por Edward Leighman
Foto: Divulgação
Pequenos ossos são vistos dentro de membros de um sapo, em imagem tirada pelo Dr. Mike Klymkowski, da Universidade do Colorado, Estados Unidos
Foto: Divulgação
Imagem de duas células cancerígenas humanas vistas antes de se dividirem em quatro células, registrada pelo Dr. Paul Andrews, da Universidade de Dundee, na Escócia
Foto: Divulgação
Ovo da borboleta Hemiargus isola colocado no meio de uma Mimosa strigillosa, em imagem de David Millard
Foto: Divulgação
Esta imagem de cristais de ácido extraídos da Evernia divaricata, um líquen, que foi recristalizada com acetona e aumentada 10 vezes em luz polarizada, foi feita pelo Dr. Ralf Wagner, da Alemanha
Foto: Divulgação
A imagem mostra a flor Mirabilis jalapa com pólen anexado, foi feita com epifluorescência e reconstrução em 3D
Foto: Divulgação
Uma radiolaria, tipo de zooplâncton, é vista aumentada 250 vezes em imagem feita por Raymond Sloss, da Sociedade de História Natural de Northamptonshire, na Inglaterra
Foto: Divulgação
James Nicholson fez imagem de um cogumelo coral, mostrando fluorescência de proteínas natural em sua boca
Foto: Divulgação
Imagem de alga vermelha feita por Arlene Wechezak foi aumentada 250 vezes
Foto: Divulgação
Gregory Rouse fez imagem escura de um molusco bivalve aumentada 10 vezes
Foto: Divulgação
Dr. Duane Harlandi registrou esta imagem fluorescente de uma pulga, aumentada 20 vezes
Foto: Divulgação
Imagem em campo de luz mostra parte da estrutura de uma alga viva
Foto: Divulgação
Padrões de luz são vistos em sabão, na foto que levou o 18 lugar, de Gerd Guenther, da Alemanha
Foto: Divulgação
Células subcutâneas de rato, chamadas fibroblastas, são vistas em silicone, em foto de Rafael Pennese, da Suíça
Foto: Divulgação
Briozoários são vistos em imagem aumentada 20 vezes, registrada por Jocelyn Cheng, do Instituto de Tecnologia de Rochester, nos EUA
Foto: Divulgação
Tyrel Pinnegar de Nanaimo, Canadá, fez este registro das pernas da tarântula Heteroscodra maculata ampliadas 40 vezes
Foto: Divulgação
Este bulbo olfatório (uma região do cérebro) de um peixe paulistinha foi ampliada 250 vezes por Oliver Braubach, na Universidade Dalhousie, em Halifax, Canadá
Foto: Divulgação
Thomas Shearer, de Duluth, no Estado americano de Minnesota, fez esta imagem de uma ágata ampliada quatro vezes
Foto: Divulgação
Esta fotografia registrada por Stefan Eberhard, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, mostra cristas de ferrocianeto de potássio ampliados 40 vezes
Foto: Divulgação
Quarenta vezes maior, o abdome de uma abelha mostra grãos de pólen. O registro foi feito por Robert Markus, do Instituto de Genética da Academia Húngara de Ciências, em Szeged
Foto: Divulgação
Imagem do ferrão, aumentada 650 vezes, mostra detalhes da estrutura
Foto: Reprodução
Os olhos das abelhas (aumentados 190 vezes na imagem) são formados por centenas de lentes hexagonais
Foto: Reprodução
Imagem de asa de um zangão foi ampliada 10 vezes
Foto: Reprodução
Uma gota da cerveja Belgian tripel vista através de microscópio
Foto: BevShots / Divulgação
O drink White Russian
Foto: BevShots / Reprodução
Uma gota de Piña Colada
Foto: BevShots / Reprodução
Uma gota de vodka
Foto: BBC Brasil
A cerveja coreana Lager
Foto: BevShots / Reprodução
Iced Thea
Foto: BevShots / Reprodução
O famoso drink Cosmopolitan
Foto: BevShots / Reprodução
Drink com cola
Foto: BevShots / Reprodução
O drink Margarita
Foto: BevShots / Reprodução
Imagem mostra o coração de um mosquito
Foto: Nikkon Small World / Divulgação
Os japoneses Mayumi Wakazaki e Kiminori Toyooka focaram nos estames (órgão masculino das flores) de uma begônia vermelha
Foto: Mayumi Wakazaki e Kiminori Toyooka/Cortesia Nikon Small World / Divulgação
Riccardo Talariol foi o autor desta foto que mostra um ninho de vespas
Foto: Nikkon Small World / Divulgação
Esta foto mostra uma semente de flor-da-rainha, aumentada 10 vezes e foi registrada por Viktor Sykora
Foto: Nikkon Small World / Divulgação
Olhos de um opílio (aracnídeo conhecido também como aranha-fedorenta) da espécie Phalangium opilio rendeu ao doutor Igor Siwanowicz, do Instituto Max Planck, na Alemanha, o primeiro lugar no prêmio Olympus BioScapes 2010. Na imagem podem ser vistos as lentes (as regiões grandes ovais), retinas e até os nervos óticos. A fotografia foi colorida artificialmente
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Thomas Deerinck levou o segundo lugar com esta imagem de um hipocampo (região do cérebro) de um rato. Os vencedores foram anunciados na quarta-feira
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Esta imagem de um coral da espécie Fungia SP rendeu a James Nicholson o terceiro lugar
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Wolfgang Bettighofer recebeu o quarto prêmio por este registro de Licmophora juegensii vivendo em uma alga vermelha. Colônias filamentosas de cianobactérias também são vistas
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Esta imagem de um botão de flor rendeu a M. Reza Dadpour, da Universidade de Tabriz, no Irã, o quinto lugar
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
O sexto prêmio foi para o Dr. Jerzy Gubernator, que registrou algas verdes
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Igor Siwanowicz também recebeu o sétimo lugar com esta fotografia do olho de uma libélula
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Jan Michels foi o oitavo colocado com este registro da perna de um besouro
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Yanping Wang, de Pequim, fez este registro de sementes de flores selvagens que lhe rendeu o nono lugar
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Laurie Knight foi o 10º colocado com esta imagem de um caruncho
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Os brasileiros Rodrigo Méxas e Pedro Paulo receberam menção honrosa por esta imagem da substância EDTA, utilizada na produção de pães e outros alimentos, além de substâncias medicinais
Foto: Olympus BioScapes / Divulgação
Foto mostra a planta Arabidopsis thaliana, tirada por Heiti Pavez, da Universidade de Tecnologia da Estônia
Foto: Divulgação
Gerd Guenther, de Dusseldorf, registrou esta foto da haste da flor da Sonchus asper, ampliada 150 vezes
Foto: Divulgação
Esta foto de James Hayden mostra o ovário de um peixe-diabo, ampliado quatro vezes
Foto: Divulgação
Escamas de peixe, ampliadas 20 vezes, foram registradas por Havi Sarfaty
Foto: Divulgação
O professor Bernardo Cesare, do Departamento de Geosciência da Universidade de Pádua, fez esta imagem de uma rocha magmática, ampliada cinco vezes
Foto: Divulgação
Processo permitiu o mapeamento da posição e movimento de cada célula
Foto: Philipp Keller/EMBL / Divulgação
O equipamento bombardeia o objeto com elétrons para gerar a imagem tridimensional, como a da mosca acima
Foto: Steve Gschmeissner / Science Photo Library / BBC Brasil
Novos reatores usados por cientistas tecem fibras com 100 a 300 nanômetros de diâmetro
Foto: The New York Times
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