Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

A ciência contra o Alzheimer: tratamento inicial disponibilizado no Brasil limpa as placas do cérebro e pode retardar a doença em 35%

Tratamento é indicado para pacientes em estágio inicial da doença e pode chegar a custar R$30 mil

5 set 2025 - 16h12
(atualizado em 5/9/2025 às 08h18)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Xataka

Um novo medicamento voltado para pacientes em estágio inicial do Alzheimer acaba de chegar ao Brasil. O Kisunla, desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, já foi aprovado pela Anvisa e poderá ser encontrado em algumas clínicas e hospitais particulares. Embora não esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e nem seja de cobertura obrigatória pelos planos, o remédio traz esperança ao oferecer uma alternativa que pode retardar a progressão da doença. No entanto, o medicamento não é um dos mais baratos e requer muita atenção durante o tratamento. A seguir, confira mais sobre essa novidade na medicina.

Como funciona o novo tratamento para Alzheimer?

Mas afinal, como esse medicamento age no organismo? O Kisunla é uma medicamento que possui um anticorpo monoclonal que age diretamente sobre as placas de beta-amiloide, proteínas que se acumulam no cérebro e estão associadas ao avanço do Alzheimer. Diferente dos medicamentos tradicionais, que apenas aliviam sintomas como perda de memória e confusão mental, ele atua na causa biológica da doença, reduzindo essas placas e retardando o avanço.

Nos estudos clínicos realizados com pacientes em estágio inicial da doença, foi constatado que o tratamento conseguiu reduzir em até 35% a progressão clínica do Alzheimer, o equivalente a alguns meses (4,4) a mais de preservação da memória e da autonomia. A aplicação é feita de forma intravenosa, uma vez por mês, e a duração do tratamento varia, podendo chegar a 18 meses.

Quais são os ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Paradoxo: leva-se mais tempo para viajar até as galáxias mais distantes a mil vezes a velocidade da luz do que a quase à velocidade da luz

A indústria de bebidas começa uma nova corrida: a da cerveja sem álcool capaz de embriagar

Há 41 mil anos, nossos antepassados sobreviveram a uma inversão dos polos. Já sabemos como eles enfrentaram essa mudança

Os painéis solares de 35 anos atrás estão durando tanto que reabriram o debate sobre a qualidade dos atuais

Psicólogo afirma que jovens da Geração Z sentem nostalgia de um tempo que não viveram

Xataka
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade