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A autorização concedida pelos EUA para que os processadores H200 da Nvidia cheguem à China não é uma concessão, é um plano; eles priorizam o dinheiro em detrimento da concorrência

Trump confirma que permitirá a exportação de chips avançados sob condições de segurança; EUA recebem uma parte: a China terá acesso aos chips H200 após pagar uma comissão de 25%

12 dez 2025 - 08h15
(atualizado em 12/12/2025 às 07h06)
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Foto: Xataka

A guerra dos chips entre a China e os EUA se transformou de um bloqueio em uma transação comercial. Donald Trump anunciou que permitirá à Nvidia exportar seus chips H200 de alto desempenho para a China. A autorização vem com uma condição inédita: o governo americano receberá uma comissão de 25% sobre essas vendas. Essa "tarifa reversa" transforma o bloqueio à China em uma fonte de receita, rompendo com a estratégia de estrangulamento total e oferecendo uma tábua de salvação para a Nvidia em seu mercado mais importante.

Fim do bloqueio gratuito

A decisão é resultado direto de uma reunião na semana passada entre Trump e Jensen Huang, CEO da Nvidia. A lógica da Casa Branca mudou: argumenta que essa medida está sendo tomada sob rígidas condições de segurança nacional, estendendo o modelo a concorrentes como Intel e AMD.

Essa medida formaliza o que já era previsto há alguns meses, quando a Nvidia, após uma reunião inicial com Trump, conseguiu suspender a proibição de seu chip H20 de baixo custo. Naquela época, estabeleceu-se um precedente de transferir 15% da receita para o país, um valor que agora sobe para 25% para os equipamentos mais potentes.

Uma dose para a China

A escolha deste chip não é coincidência: o H200 é significativamente mais poderoso que o H20 — o modelo reduzido que a China começou a boicotar — mas ainda fica atrás da arquitetura Blackwell de última geração, que permanece proibida.

Segundo consultores como David Sacks, os EUA buscam manter a China dependente de sua ...

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