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Anduril e Meta firmam parceria para transformar óculos VR em instrumentos de guerra

Os óculos de realidade aumentada que nasceram como uma solução de entretenimento estão sendo levados para o campo de batalha

22 mai 2026 - 12h42
(atualizado às 13h09)
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Óculos VR militares
Óculos VR militares
Foto: Anduril / Xataka

A Anduril Industries e a Meta assinaram um contrato de 159 milhões de dólares para desenvolver óculos inteligentes capazes de ampliar a capacidade operacional dos soldados no campo de batalha. O projeto está sendo desenvolvido junto ao capacete da Anduril com sistema de visão assistida, chamado EagleEye.

Esses óculos de realidade aumentada oferecem ao soldado um sistema integrado que, teoricamente, exibe mapas, identifica perfis de veículos inimigos, calcula distância de disparo, processa ameaças em tempo real e sobrepõe dados táticos ao ambiente físico de quem os utiliza. A visão de futuro dessas empresas é adicionar funções especiais, como permitir ordenar ataques com drones por meio do rastreamento ocular e de comandos de voz. A guerra transformada em videogame.

É irônico que uma tecnologia originalmente aproveitada para aplicações de entretenimento acabe tendo um propósito militar. A Anduril contribui com sua plataforma de software chamada Lattice, que atua como o "cérebro" do sistema, fundindo os dados captados pelos óculos com aqueles vindos do restante da rede do campo de batalha.

Já para a Meta, esta é uma oportunidade para recuperar parte do gigantesco investimento realizado no campo da realidade virtual e aumentada. Depois de perder dezenas de bilhões de dólares com o metaverso, Mark Zuckerberg decidiu deixar essas soluções em segundo plano no mercado de usuários finais. E também percebeu claramente que seus avanços poderiam ter uma aplicação militar extremamente ...

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