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MST só sai se for recebido por ministro em Brasília

Terça, 12 de setembro de 2000, 18h16min
O deputado Adão Preto (PT-RS), designado por seu partido para articular a negociação MST-governo, afirmou nesta terça-feira que a única condição para que os sem-terra desocupem os prédios invadidos desde a manhã da última segunda-feira em Brasília é a garantia de uma audiência com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Raul Jungmann, ou da Justiça, José Gregori.

"Queremos apenas a certeza de uma conversa para descobrir porque o governo ainda não cumpriu com as promessas feitas há dois meses", afirmou o deputado. "Com a audiência marcada, a desocupação é imediata".

De acordo com Adão Preto, há mais de 50 prédios ocupados por mais de 20 mil sem-terra em 10 capitais brasileiras. Segundo o deputado, só foram cumpridas "pequenas partes" das promessas feitas pelo presidente Fernando Henrique Cardoso no dia 3 de julho, em reunião com o MST mediada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Um dos exemplos do cumprimento "parcial" das promessas é que, dos R$ 600 milhões que seriam liberados para o Procera, foram liberados R$ 160 milhões. Outra reivindicação é que o governo federal libere recursos para o custeio da safra que começa este ano.

Além disso, segundo o parlamentar, o governo havia prometido liberar R$ 2 mil extras para cada família, para crédito de custeio, e nada foi feito nesse sentido. O MST reivindica, ainda, o assentamento imediato de mais 70 mil famílias que estariam acampadas no País.

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Agência Estado

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