O ator e influenciador Léo Fuchs, 44 anos, publicou um vídeo nas redes sociais na quinta-feira, 5, relatando que enfrentou um quadro grave de Hepatite A. O artista precisou ficar internado e até correu o risco de ter que passar por um transplante de fígado.
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Segundo Léo, no fim de janeiro, ele passou mal enquanto estava em Miami, nos Estados Unidos, e os médicos falaram que ele estava apenas com "cera no ouvido". Após alguns dias, além de estar com a pele "amarelada", ele percebeu outros sintomas, como fezes claras e xixi alaranjado, e voltou ao médico.
Depois de exames, ele foi diagnosticado com Hepatite A e voltou para o Brasil assistido por uma médica e iniciou um tratamento. Na semana passada, no entanto, enquanto gravava um programa, Léo recebeu a notícia de que os resultados de exames deram "taxas altíssimas" e que precisava ficar internado.
"Me deu uma crise de ansiedade. Me deu uma sensação de, sem conseguir respirar, sem saber o que estava acontecendo. Porque é isso, é um telefonema que muda a sua vida toda. A gente não sabe como a gente é frágil nessa vida", lembrou.
De acordo com Léo, ele ficou quatro dias internado. "Fui fazendo alguns exames, a coagulação tava boa, a gente fez uma ultrassonografia, o fígado não perdeu função, eu não estava entendendo aquele movimento, porque pelas taxas que eu tava, existiam a possibilidade de uma hepatite fulminante, que poderia ter uma morte do fígado, e a gente precisasse de um transplante", contou.
"Eu estava numa situação que as pessoas estavam rezando que meu fígado não estava perdendo a função, aquilo ali me deu um baque muito grande, mas, ao mesmo tempo, me fez pensar, me fez ter resiliência porque para quem não sabe a Hepatite A cura 100% e não tem remédio. O que estava acontecendo comigo era tipo um second hit, que eles chamam, quando a doença vai e volta. Eu tive uma outra porrada da doença, que eu estou nesse momento ainda", relatou.
Conforme o artista, depois de ser diagnosticado com a doença, ele se tornou uma pessoa mais forte. "Resolvi fazer esse vídeo para dizer que continuo na luta, Hepatite não é fácil, por mais que beba água e se alimente bem, estou em casa, tive alta, mas minhas taxas continuam altíssimas, não posso voltar ainda para os Estados Unidos, porque eu preciso estar monitorando, estou sendo muito bem assistido pelas minhas médicas", afirmou. "Agora o principal, que eu acho que é o mais importante de falar, é vacina-se", completa. Veja o vídeo de Léo: