Pesquisadores da Universidade de Tufts lideram o estudo longitudinal Teen & Dog Study para investigar como a convivência com cães de estimação pode reduzir o estresse e a ansiedade em jovens. Coordenada por Megan Mueller, a pesquisa acompanha 514 adolescentes de 13 a 17 anos com ansiedade social durante cinco anos, avaliando como o vínculo afetivo com os animais auxilia na regulação emocional e no suporte psicológico ao longo dessa fase de transformações.
Durante a adolescência, aprender a gerenciar o estresse e a ansiedade pode se tornar um verdadeiro desafio. Nessa fase de intensas transformações físicas e emocionais, contar com um vínculo afetivo estável desempenha um papel fundamental na saúde mental. Entre esses laços, a relação com os animais de estimação, em especial com os cães, vem despertando um interesse crescente na comunidade científica.
Pesquisadores da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, lideram o Teen & Dog Study, uma pesquisa focada em entender como a convivência entre jovens e seus cães pode impactar a gestão do estresse e o acolhimento emocional no dia a dia.
Como funciona o estudo sobre o vínculo entre jovens e cães
Liderado por Megan Mueller, professora especializada em interação humano-animal, o estudo acompanha 514 adolescentes (entre 13 e 17 anos) que convivem com cães e apresentam níveis significativos de ansiedade social.
A pesquisa destaca-se por seu formato longitudinal: os participantes serão acompanhados ao longo de cinco anos. Essa abordagem permite observar a evolução do vínculo com o animal ao longo do tempo e o seu impacto real na regulação emocional.
A metodologia combina diferentes ferramentas de coleta de dados:
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