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Em reflexão sobre relações, Miguel Esteves Cardoso, aos 68 anos, afirmou: "Os amigos nunca são para as ocasiões. São para sempre"

A visão de utilidade dos laços afasta o sentido da convivência; entenda como cultivar conexões

2 jul 2026 - 11h59
Foto: Imagem: gerada por IA / Portal Terra / TerrAI

A forma de enxergar as relações transforma laços em trocas de favores. A ideia de procurar alguém apenas quando há um problema esvazia o sentido da convivência.

O peso da utilidade

É nesse cenário de trocas que o escritor e jornalista de Portugal traz uma perspectiva sobre o afeto.

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"Os amigos nunca são para as ocasiões. São para sempre."

— Miguel Esteves Cardoso

A reflexão do autor aponta para uma falha de comportamento: tratar a amizade como um pronto-socorro ou um depósito de desabafos. Quando o vínculo se baseia na utilidade, ele perde a força.

Como cultivar laços

Para construir relações, é preciso desvincular a presença do outro de uma função. O esforço de valorizar as pessoas nos momentos de calmaria, sem esperar retorno, fortalece a confiança e cria um ambiente de troca.

O valor de uma amizade não está na capacidade de resolver problemas, mas na permanência. Cultivar laços exige tempo, presença e a compreensão de que o afeto não serve para ser usado, mas para ser vivido.

Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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