Existe uma coincidência (ou, para alguns, uma relação causal) entre o número de batimentos cardíacos ou o gasto energético e a expectativa de vida, no sentido de que animais cujos corações vivem mais rápido têm vidas mais curtas.
Isso nos leva a pensar que o exercício, por aumentar a frequência cardíaca e consumir energia, encurta a expectativa de vida, mas você e eu sabemos que isso não é verdade. No entanto, o que acontece quando o estresse crônico faz o coração bater mais rápido e consumir grandes quantidades de energia?
Leia também: Conheça 9 hábitos que ajudam a prevenir o estresse
Batimentos cardíacos, energia e vida
Adrián Castillo, codiretor da Fissac, é apaixonado por metabolismo e, juntamente com Aitor Viribay, outro gênio do metabolismo humano, criou o podcast "90 Gramas". No primeiro episódio da segunda (e última) temporada, Adrián e Aitor explicam que o gasto energético devido ao estresse crônico encurta a vida.
Não é novidade se lermos assim, mas e se cada vez que estivermos estressados e agitados por estresse crônico, pensássemos que esse gasto de energia está consumindo a vida? Imagine a vida como uma caixa cheia de bolas, e à medida que gastamos batimentos cardíacos e energia, tiramos bolas da caixa.
...
Veja também
Estresse: quais os sintomas físicos e emocionais?
O Ministério da Agricultura recomenda estas 5 plantas para quem quer menos insetos em casa