Quando o assunto é qualidade de vida, a Islândia costuma aparecer no topo das listas globais. O país, que frequentemente lidera rankings internacionais de felicidade, chama atenção por um estilo de vida que parece distante da realidade de muitos brasileiros.
Por lá, trabalhar menos horas não significa ganhar menos. Pelo contrário. A combinação entre políticas públicas, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e segurança social ajuda a explicar por que os islandeses se consideram mais felizes.
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Jornada de trabalho menor e mais equilíbrio
Nos últimos anos, a Islândia testou e ampliou modelos de jornada reduzida. Muitos trabalhadores passaram a atuar cerca de 35 a 36 horas semanais (na escala 4x3), sem redução salarial. A mudança trouxe impactos positivos na produtividade e, principalmente, no bem-estar.
Com mais tempo livre, os cidadãos conseguem investir em lazer, família e autocuidado. Esse equilíbrio é um dos principais fatores associados à sensação de felicidade.
Apoio do governo faz diferença no dia a dia
Outro ponto que chama atenção é o forte sistema de bem-estar social. O governo islandês oferece suporte em áreas essenciais como saúde, educação e assistência financeira.
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