Quando chega a hora de cozinhar, uma dúvida que muita gente tem é: vale a pena trocar o óleo pela banha de porco? Durante muito tempo, a gordura animal foi vista como vilã, enquanto os óleos vegetais ganharam fama de opção mais saudável. Mas a verdade é que essa escolha não é tão simples assim.
Além do sabor e da tradição, fatores como a temperatura de preparo, a composição nutricional e a quantidade consumida fazem toda a diferença. E, dependendo do prato, a banha pode até levar vantagem em alguns pontos.
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Banha de porco ou óleo: o que muda na prática?
Na cozinha, tanto a banha quanto o óleo cumprem a mesma função, mas se comportam de formas diferentes. A banha de porco é uma gordura animal tradicional, muito usada em receitas caseiras e pratos típicos. Em temperatura ambiente, ela é sólida, mas derrete rapidamente ao aquecer e atinge o ponto ideal de fritura mais depressa.
Por outro lado, seu ponto de fumaça é mais baixo, em torno de 180 °C. Isso significa que, em temperaturas muito altas, ela pode começar a liberar compostos prejudiciais mais cedo.
Já o óleo vegetal, especialmente o de soja, tem um ponto de fumaça mais elevado, ultrapassando os 200 °C. Na prática, isso faz dele uma opção mais estável para frituras por imersão, como batatas, salgados e empanados.
As diferenças nutricionais entre os dois
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