O macarrão instantâneo pode ser um lanche delicioso para a maioria de nós. Para outros, no entanto, torna-se a base da dieta. Algumas pessoas compram em pacotes grandes e o prepara quase todos os dias.
Estudantes universitários e pessoas com recursos limitados tendem a ser os grupos mais frequentes, mas a verdade é que existem muitos que, sem qualquer restrição financeira ou de tempo, os consomem com frequência por puro prazer.
Infelizmente, há cada vez mais estudos associando este produto a problemas de saúde. Um estudo recente publicado no Asia Pacific Journal of Clinical Nutrition revelou que a síndrome metabólica se desenvolve mais rapidamente em coreanos que consomem ramens instantâneos com frequência.
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A praticidade tem relação com o consumo excessivo
A Universidade Nacional de Gyeongsang, na Coreia, conduziu um estudo que avaliou o consumo de macarrões instantâneos em mais de 10.500 adultos. Aqueles que consumiam esse produto com frequência tinham 38% mais chances de apresentar altos níveis de triglicerídeos em comparação com consumidores casuais.
Nesse cenário, fatores como recursos limitados não tiveram muito impacto, já que a Coreia é o oitavo país em consumo de macarrões instantâneos. Essa é uma questão cultural, visto que seus cidadãos vivem em espaços pequenos e trabalham a maior parte do dia.
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