O sushi é visto como saudável, mas pode ser calórico dependendo do tipo e da quantidade consumida. Peças tradicionais como sashimi e nigiri são opções menos gordurosas, enquanto hot roll e temakis recheados têm mais calorias. Moderar o consumo de shoyu e incluir acompanhamentos leves ajudam a equilibrar a refeição 🍣.
O sushi costuma ser apontado como uma opção saudável, mas será que ele realmente ajuda quem está tentando emagrecer? A resposta é: depende. Embora seja preparado com ingredientes nutritivos, como peixe, arroz e algas, alguns tipos podem concentrar muitas calorias, açúcar, sódio e gorduras.
A boa notícia é que a comida japonesa pode, sim, fazer parte de uma alimentação equilibrada. O segredo está nas escolhas e na quantidade consumida.
Sushi engorda?
Nenhum alimento, isoladamente, é responsável pelo ganho de peso. O que leva ao aumento da gordura corporal é o consumo frequente de mais calorias do que o organismo gasta ao longo do dia.
O sushi tradicional costuma ter um valor calórico moderado. Uma unidade de nigiri ou de hossomaki, por exemplo, apresenta poucas calorias quando comparada a outros pratos de restaurantes. No entanto, como as porções costumam ser grandes, é fácil exagerar sem perceber.
Além disso, o arroz utilizado no sushi recebe açúcar e vinagre no preparo, aumentando a quantidade de carboidratos da refeição.
Quais tipos de sushi são mais calóricos?
Nem todas as opções do cardápio têm o mesmo perfil nutricional. Alguns preparos podem elevar bastante o valor energético da refeição.
Entre os mais calóricos estão:
- Hot roll (empanado e frito);
- Sushis com cream cheese;
- Peças cobertas por maionese ou molhos especiais;
- Temakis muito recheados;
- Combinados com grande quantidade de peças fritas.
Essas versões costumam concentrar mais gordura e calorias do que os preparos tradicionais.
Como incluir sushi na dieta
Quem deseja emagrecer não precisa cortar a comida japonesa do cardápio. Algumas estratégias ajudam a tornar a refeição mais equilibrada.
Prefira peças tradicionais, como sashimi, hossomaki e nigiri, que normalmente possuem menos ingredientes gordurosos.
Também vale moderar a quantidade de molho shoyu, já que ele contém bastante sódio. Sempre que possível, opte pela versão com menor teor de sal.
Outra dica é complementar a refeição com saladas, sunomono ou missoshiru, aumentando a saciedade sem acrescentar muitas calorias.
Benefícios da comida japonesa
Além de saborosa, a culinária japonesa oferece nutrientes importantes para a saúde.
Os peixes fornecem proteínas de alta qualidade e ômega-3, gordura associada à saúde do coração e do cérebro. Já as algas utilizadas no preparo são fontes de minerais e fibras, enquanto o gengibre e o wasabi apresentam compostos antioxidantes.
Por isso, quando consumido com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada, o sushi pode ser uma boa opção para quem busca variedade no cardápio sem abrir mão da saúde.
Qual a quantidade ideal?
A quantidade ideal varia conforme fatores como idade, peso, nível de atividade física e objetivo nutricional.
Para quem deseja manter uma alimentação equilibrada, a recomendação é priorizar a variedade de alimentos e evitar exageros, especialmente em rodízios. Assim, é possível aproveitar os benefícios da culinária japonesa sem comprometer a dieta.