Leitura cria foco: Antônio Fagundes comenta sobre como o celular atrapalha a memorização e aprendizado

O ator comparou a experiência de ler um livro com o consumo rápido de informações pelo celular

3 set 2026 - 21h28
Resumo
No programa Arena dos Saberes, Antônio Fagundes afirmou que a leitura desenvolve o foco e estimula profundamente o cérebro, contrastando com o uso de celulares. Segundo o ator, o consumo rápido de telas prejudica a memória e a concentração, enquanto os livros exigem atenção plena e imersão, ativando múltiplas áreas cognitivas. Assim, ler proporciona benefícios mentais e de aprendizado superiores à navegação superficial na internet.

Durante o programa 'Arena dos Saberes', Antônio Fagundes refletiu sobre os efeitos da leitura na concentração e comparou a experiência de ler um livro com a forma que as pessoas consomem informações rápidas pela internet. Durante o vídeo, afirmou que a mesma ajuda a criar foco, enquanto o uso dos "aparelhinhos" facilita o acesso a milhões de informações. Segundo o ator, passar muito tempo em frente às telas pode até parecer interessante, mas ao final do dia, dificuldades para se lembrar do que foi visto tendem a surgir.

Antonio Fagundes refletiu sobre a relação entre leitura, concentração e consumo de informações
Antonio Fagundes refletiu sobre a relação entre leitura, concentração e consumo de informações
Foto: Reprodução Instagram/@antoniofagundes/Canva / Bons Fluidos

O livro exige mais atenção

Em seu ponto de vista, a experiência com os livros é completamente diferente. Isso porque, em vez de passar rapidamente por diversos conteúdos, ele afirmou que o leitor volta toda a sua atenção para aquele momento. Além disso, destacou que o livro "te coloca lá dentro", exigindo que outras partes do cérebro trabalhem. Assim, o hábito não se resume apenas ao contato visual com as palavras, pois envolve outros processos durante a experiência.

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O papel da leitura no cérebro

Durante a conversa, o diretor de teatro ainda mencionou que diferentes partes do cérebro são estimuladas. Até o fato de interpretar uma única palavra envolve mais de uma região. Por fim, a partir dessa comparação, Antônio Fagundes concluiu reforçando a ideia de que ler um livro oferece mais benefícios e trabalha mais a parte cognitiva do que passar horas "passando o dedinho" pelos conteúdos rápidos e visuais

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