Filho gêmeo de Fernanda Lima estrela campanha de Pedro Lourenço

11 fev 2026 - 13h50

O estilista Pedro Lourenço, filho de Gloria Coelho e Reinaldo Lourenço, relançou sua grife no Brasil há alguns dias. Com pegada sensual e algumas das peças que remetem às cores brasileiras, como o body com recortes e mangas compridas, em verde e amarelo. Entre os modelos escolhidos para estrelar a campanha, está um dos filhos gêmeos de Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert.

João Hilbert para Pedro Lourenço 2026
João Hilbert para Pedro Lourenço 2026
Foto: Divulgação/Pedro Napolinário/Hudson Rennan / Elas no Tapete Vermelho

João Hilbert, de 17 anos, foi o escolhido para fazer parte do lançamento da coleção do estilista. O garoto, que fez sua estreia com seu irmão Francisco, estrearam na moda durante SPFW em 2024.

Publicidade
João Hilbert para Pedro Lourenço 2026
Foto: Divulgação/Pedro Napolinário/Hudson Rennan / Elas no Tapete Vermelho

Os jovens são agenciados pela WAY Model, de Anderson Baumgartner, responsável pela carreira de supermodelos como Carol Trentini, Alessandra Ambrósio e Marlon Teixeira.

João Hilbert para Pedro Lourenço 2026
Foto: Divulgação/Pedro Napolinário/Hudson Rennan / Elas no Tapete Vermelho

João surge em duas fotos: uma com blusa com material orgânico com aspecto de palha natural e em outra, com look preto, com recorte estratégico. "A fundação da minha nova era. O capítulo de abertura do que está por vir", escreveu Pedro Lourenço nas redes sociais.

Em outra publicação, ele descreveu como foi feito um vestido todo tramado em macramê. "Este vestido é construído a partir de tubos de rayon tricotados à máquina. Uma base industrial, precisa e contínua. Mais de 150 metros de corda são passados manualmente por eles, um a um. Através de técnicas tradicionais de macramê, as cordas são trançadas diretamente no manequim, moldando o corpo em tempo real. O macramê é deliberadamente ampliado em relação ao corpo. Expandido, arquitetônico. Seu volume é construído a partir de vazios, permitindo que o corpo permaneça visível entre os nós. A tensão se concentra na cintura e, aos poucos, se dissipa. Os nós se abrem. A estrutura se dissolve em movimento. O que surge é um contraste. Tricô industrial versus trabalho artesanal. Exposição versus controle. Um uso gráfico, quase arquitetônico, do artesanato.

Isso não é ornamento. É construção através da tensão. Técnica tradicional, revisitada em uma linguagem urbana mais afiada", explicou.

Publicidade

Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se