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Adriane Galisteu relata processo para lidar com a menopausa: 'Não queria aceitar'

Em entrevista recente, a apresentadora afirmou ter sentido dificuldade para se adaptar às mudanças físicas e emocionais causadas pela condição

24 abr 2026 - 12h41
(atualizado às 13h17)

Para Adriane Galisteu, a chegada da menopausa aos 46 anos foi como um "atropelamento". A apresentadora conta que, mesmo sofrendo com sintomas como cansaço e mudanças de humor, custou a acreditar que já enfrentava o climatério, fase de transição que impacta a saúde física e emocional das mulheres com o avanço da idade.

Em entrevista, Adriane Galisteu afirmou ter sentido dificuldade para se adaptar às mudanças físicas e emocionais causadas pela condição
Em entrevista, Adriane Galisteu afirmou ter sentido dificuldade para se adaptar às mudanças físicas e emocionais causadas pela condição
Foto: Reprodução/Instagram/@galisteuoficial / Bons Fluidos

"Eu achava que estava estressada, cansada, trabalhando demais. Cabelo caindo, ficando mais flácida, mais preguiçosa, meio mal-humorada, dormindo mal, e sempre dormi superbem. Estava me sentindo tão plena que nunca achei que a idade fosse me parar. E, de repente, você se vê dessa forma", afirmou em entrevista ao canal de Maya Massafera. 

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Adriane Galisteu e o entendimento da menopausa

Foi justamente esse pensamento que, ao descobrir estar no fim do período reprodutivo, levou Galisteu a se sentir desamparada e a temer as perdas do processo. "Bateu um desespero (...). Falei: 'Não vou assumir porque vou perder meu marido, as pessoas vão me olhar estranho'. Fiquei com vergonha, insegura. A menopausa sempre representou um 'acabou para você'. Como se você não pudesse mais ter filhos, transar ou não prestasse para mais nada. Você virou carta fora do baralho", relatou.

Além disso, a falta de clareza sobre os sintomas dificultou o processo. Para a apresentadora, o principal desafio foi lidar com as mudanças no corpo. Ela relatou ter ficado deprimida ao ganhar peso, mesmo mantendo a dieta e a rotina de exercícios. Afirmou ainda que sabia o que estava causando as alterações, mas resistia à realidade, pois "não queria aceitar".

Sua percepção, contudo, somente mudou ao buscar ajuda profissional. "Liguei chorando pra ele [médico]. Falei: 'Perdi o controle da minha vida'. Ele falou: 'Você não precisa de consulta. Você precisa de informação'. Então, me deu uma aula de duas horas e meia sobre menopausa. Já me deu uma calma no coração. A informação é tão importante quanto o tratamento", acredita.

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