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5 atitudes essenciais para gestores reduzirem a chance de burnout e o estresse nas equipes

Com as exigências da nova NR-1, o cuidado com os fatores psicossociais ganha força e exige um novo comportamento dos gestores

11 set 2026 - 14h03
Resumo
Com a inclusão dos riscos psicossociais na NR-1, a saúde mental virou prioridade estratégica nas empresas. Diante do esgotamento de equipes e de um descompasso de percepção entre chefia e funcionários, gestores precisam adotar práticas sustentáveis: priorizar demandas reais, monitorar a carga horária além das entregas, abrir espaço para diálogo, respeitar a desconexão e acompanhar os limites do time continuamente para evitar o burnout e garantir a produtividade a longo prazo.

Em um momento em que a saúde mental ganha protagonismo no ambiente corporativo, a liderança assume um papel crucial que vai muito além de bater metas. A atualização da NR-1 passou a incluir expressamente os riscos psicossociais — como sobrecarga de trabalho e falta de suporte — no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Nesse sentido, a pauta do Setembro Amarelo ganha um reforço prático nas rotinas do trabalho.

Descubra como a liderança impacta a saúde mental do trabalho. Veja 5 práticas essenciais para evitar a sobrecarga e promover o bem
Descubra como a liderança impacta a saúde mental do trabalho. Veja 5 práticas essenciais para evitar a sobrecarga e promover o bem
Foto: estar - Jelena Danilovic/iStock / Getty Images Plus / Bons Fluidos

Contudo, quem lidera também sente o peso do cansaço. Uma pesquisa global da Deloitte revelou que quatro em cada dez profissionais relatam ficar frequentemente exaustos. Além disso, existe um forte descompasso de percepção. Enquanto 90% dos executivos acreditam que suas empresas promovem o bem-estar, menos de 60% dos colaboradores concordam.

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5 práticas para promover o bem-estar no trabalho

Para construir uma rotina sustentável e alinhada às novas exigências do mercado, o executivo destaca atitudes fundamentais para os gestores:

  • Pare de transformar tudo em urgência: Quando tudo vira prioridade, a equipe perde a referência do que é realmente importante. Organize as demandas e evite a pressão contínua.

  • Observe a carga de trabalho, não apenas a entrega: Cumprir prazos às custas de jornadas exaustivas não é sinal de boa gestão.

  • Crie espaços para conversas abertas: Ofereça canais seguros para que os colaboradores sinalizem dificuldades ou sobrecarga sem o medo de parecerem descomprometidos.

  • Não confunda disponibilidade com liderança: Ficar conectado o tempo todo transmite a mensagem velada de que ninguém pode desconectar.

  • Acompanhe a equipe continuamente: Faça conversas frequentes sobre expectativas e limites antes que o estresse vire um afastamento.

A saúde mental como ativo estratégico

A nova regulamentação exige que as causas do estresse no trabalho sejam identificadas e controladas pela gestão. Dessa forma, o cuidado com as pessoas deixa de ser apenas uma ação pontual para se transformar em um motor de produtividade e sustentabilidade a longo prazo.

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