Você talvez já tenha ouvido isso mais de uma vez. Pode até ter acontecido com você. A pessoa "X" quer um animal de estimação, mas sem o compromisso e a carga de trabalho que um cachorro exige; então, opta por um gatinho. Afinal, gatos são animais mais independentes, certo?
Eles seguem seu próprio ritmo, oferecem carinho sem exigir atenção constante e não precisam ser levados à rua ou ao parque várias vezes ao dia — faça chuva, trovoada ou um calor escaldante.
Errado.
Não, eles não são a opção fácil
Noelia Hernández, educadora da Código Felino, ouve há muito tempo essa e outras ideias equivocadas que retratam os gatos como "o animal de estimação ideal para quem não quer ter trabalho". É um grande erro, baseado em clichês que, muitas vezes, levam os tutores a buscar ajuda profissional. Ela já se deparou com casos assim em sua própria atuação.
"Já recebi muitas pessoas admitindo que cometeram o erro de achar que um gato dava menos trabalho do que um cachorro. Mas não é nada disso. É apenas um tipo diferente de trabalho", observa ela.
A questão é que qualidade de vida você deseja proporcionar ao seu companheiro peludo. Você pode não precisar levá-lo para passear três ou quatro vezes ao dia, mas, se quiser um gato saudável, não pode simplesmente oferecer comida, água e uma caixa de areia, ignorando suas outras necessidades.
Que necessidades?
Brincar com eles e oferecer estímulo mental, por exemplo. "Vejo muitos tutores dizendo que preferem gatos a cachorros porque dão menos trabalho, e ...
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