SISQUAL®WFM alerta para riscos do descontrole de jornada

Horas extras e verbas rescisórias lideraram as ações trabalhistas em 2025, ano que somou cerca de 2,47 milhões de processos no país. Diretor da SISQUAL®WFM explica como sistemas de Workforce Management automatizam o controle de jornada, incorporam regras trabalhistas e monitoram desvios em tempo real para reduzir custos e exposição jurídica

15 jul 2026 - 15h55

O crescimento descontrolado das horas extras deixou de ser um problema pontual de folha de pagamento para se tornar um risco estrutural nas empresas brasileiras. Horas extras e verbas rescisórias lideraram as ações trabalhistas no país em 2025, ano em que foram registrados cerca de 2,47 milhões de novos processos, segundo levantamento da empresa de dados judiciais Predictus.

Foto: Canva profissional / DINO

As horas extras isoladamente responderam por 25,7% de todas as ações do período, sinal de que a gestão inadequada da jornada tem custado caro às companhias, tanto no caixa quanto na reputação.

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Para Raphael Gonçalves, diretor de projetos e suporte da SISQUAL®WFM, o passivo trabalhista costuma se formar de maneira silenciosa, muito antes de chegar ao Judiciário. "Além do custo direto — horas extras mais caras, adicionais noturnos, reflexos em férias e 13º —, esse descontrole gera um passivo trabalhista que só aparece com força na Justiça meses ou anos depois, muitas vezes em valores muito superiores ao que teria sido gasto com um controle de jornada adequado", afirma o executivo.

Segundo Gonçalves, os erros de gestão mais frequentes são a falta de padronização no registro de ponto, escalas montadas sem considerar limites legais de jornada e intervalo e a ausência de regras trabalhistas incorporadas aos sistemas.

"Também é muito frequente que gestores de operação, pressionados por metas de produtividade, autorizem extensões de jornada sem visibilidade do impacto acumulado, criando um passivo silencioso que só se materializa quando o colaborador aciona a Justiça do Trabalho", explica.

Automação e monitoramento em tempo real

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É nesse ponto que entram as soluções de Workforce Management (WFM), sistemas voltados à gestão da força de trabalho que automatizam o controle da jornada e integram as normas trabalhistas diretamente à rotina operacional. De acordo com o diretor, ao incorporar as regras ao sistema, limites de hora extra, intervalos obrigatórios e critérios de compensação passam a ser aplicados automaticamente no momento de montar a escala — e não descobertos depois em uma auditoria ou em um processo judicial. O resultado, aponta, é a redução direta de custos com horas extras não planejadas e a diminuição da exposição a ações trabalhistas.

O monitoramento contínuo é outro recurso central. Gonçalves observa que a tecnologia transforma a gestão de jornada de reativa em preventiva, permitindo que o gestor receba alertas assim que a jornada começa a fugir do planejado.

"Em vez de o gestor descobrir um desvio no fechamento do mês — quando já virou custo ou risco consumado —, ele recebe o alerta no momento em que a jornada começa a fugir do planejado, podendo redistribuir equipes, ajustar escalas ou intervir antes que o problema se acumule", detalha.

Simulação de escalas e previsibilidade

A simulação de cenários de escala e turnos, antes de qualquer decisão real, é apontada como forma de equilibrar produtividade e bem-estar das equipes. A prática permite testar o impacto de diferentes formatos de turno na operação e no custo, evitando tanto o excesso de mão de obra em horários de baixa demanda quanto a sobrecarga em picos operacionais — extremos que elevam o risco de afastamentos, rotatividade e reclamações. Para o diretor, a simulação dá ao gestor a segurança de tomar decisões baseadas em dados, e não em tentativa e erro.

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Olhando adiante, a SISQUAL®WFM projeta uma convergência entre inteligência preditiva e conformidade trabalhista, com sistemas capazes não apenas de registrar a jornada, mas de antecipar riscos e sugerir ajustes a partir do histórico de cada operação.

A expectativa da empresa é que o controle de jornada deixe de ser tratado como obrigação burocrática e passe a integrar a estratégia de gestão de pessoas e de risco financeiro, com dados aplicados às decisões de negócio em tempo real. Empresas que adotarem essa abordagem preventiva, avalia a companhia, estarão mais preparadas para operar com eficiência sem abrir mão da segurança jurídica.

Para saber mais, basta acessar: https://www.sisqualwfm.com/pt-pt/

Website: https://www.sisqualwfm.com/pt-pt/

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