A Nissan confirmou a nova geração global da picape Frontier na América Latina, com previsão de chegada ao Brasil até o início do próximo ano, embora sem data exata oficializada. Parte de uma estratégia global que inclui produção inicial na China, o modelo contará com opção híbrida plug-in (PHEV) e tecnologia V2L para alimentar aparelhos externos. A expansão começa pelo México em 2026 e alcançará outros mercados latinos até o fim do mesmo ano, mantendo a presença da marca no mercado nacional.
A Nissan confirmou a continuidade da Frontier no mercado da América Latina, mas a Nissan não confirma a venda dela por aqui. Porém, há fortes indícios, segundo interlocutores ouvidos pelo Jornal do Carro, de que a picape deva ser comercializada por aqui até o fim do primeiro trimestre do ano que vem.
Com a expansão internacional de uma nova geração da picape. O modelo faz parte da estratégia global da fabricante japonesa e será comercializado em diferentes mercados da América Latina, com opções de motorização que incluem uma versão híbrida plug-in (PHEV).
A confirmação da venda do modelo na América Latina foi feita pela própria Nissan em comunicado nesta quinta-feira (8). Segundo a fabricante, o México será o primeiro país fora da China a receber a nova picape, ainda neste mês. Outros mercados latino-americanos devem começar a receber o modelo até o fim de 2026, dentro do plano de expansão internacional da marca.
Outro recurso anunciado é a função Vehicle-to-Load (V2L), que permite usar a energia armazenada na bateria para alimentar equipamentos externos.
Lançamento será ainda em 2026
O cronograma internacional prevê o início das vendas no México em outubro de 2026. Outros países da América Latina devem receber a picape até dezembro. Nas Filipinas e no Oriente Médio, a chegada também está prevista para 2026. Austrália e Nova Zelândia receberão o modelo em 2027.
A Nissan ainda não divulgou, no comunicado, uma data específica para o início das vendas da nova Frontier no Brasil, nem detalhou preços, versões ou equipamentos destinados ao mercado nacional.
A confirmação da continuidade da picape, porém, mantém o modelo nos planos da marca para o País, agora dentro de uma estratégia global que aposta em novas tecnologias de propulsão e no desenvolvimento de produtos na China para exportação.