O Ministério Público de Roma informou nesta terça-feira (20) que a autópsia do corpo de Emanuele Galeppini indicou que o jovem italiano, promessa do golfe do país, morreu por asfixia durante o incêndio no bar Le Constellation, na Suíça, e não por esmagamento ou queimaduras.
Os exames realizados por peritos romanos foram solicitados pelas autoridades locais, que abriram um inquérito por homicídio culposo, lesão corporal grave e incêndio criminoso contra os proprietários do estabelecimento, localizado em Crans-Montana.
Análises e investigações adicionais ainda serão feitas para determinar a composição dos gases tóxicos inalados por Galeppini durante a tragédia. No entanto, ainda não há informações se o adolescente estava dentro ou fora da boate no momento do incêndio.
Os pais do golfista reclamaram que não foram informados imediatamente sobre a morte do filho, já que os documentos e o celular do italiano foram encontrados intactos em seu bolso.
Apesar disso, as autoridades suíças solicitaram inicialmente um teste de DNA para identificar o corpo, o que alimentou, por dois dias, a esperança de que Galeppini pudesse estar entre os feridos.
Além dos procuradores de Roma, o Ministério Público de Sion, na Suíça, também investiga o caso. Até o momento, Jacques e Jessica Moretti, proprietários do Le Constellation, estão na mira das autoridades. Jacques está preso por risco de fuga, enquanto Jessica foi proibida de deixar o país. .