Passageira acusa companhia aérea de deixá-la 'presa' ao lado de homem que se masturbava durante voo

Ela afirma que a única atitude da empresa foi fornecer uma comepensação financeira menor do que o preço da passagem

23 set 2026 - 19h36
Mulher diz que ficou presa ao lado de homem que se masturbava em avião da United Airlines
Mulher diz que ficou presa ao lado de homem que se masturbava em avião da United Airlines
Foto: Reprodução/Instagram/@united/@iohcnam

Uma passageira da United Airlines, companhia área dos Estados Unidos que opera voos para o Brasil, acusa a empresa de tê-la deixado 'presa' ao lado de um homem que estaria se masturbando durante uma viagem. Ela afirma que não pôde trocar de lugar e teve que se sentar ao lado do homem novamente no momento do pouso e desembarque.

Em entrevista à NBC, a passageira, que não teve a identidade revelada contou que voava do estado de Nova York para o de de Nova Jersey, ambos na costa leste dos Estados Unidos, no dia 3 de setembro, quando foi comemorado um feriado nacional no país.

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Ela relata que o homem começou a olhar para ela e se masturbar durante o voo. Incomodada com a situação, ela procurou os comissários de bordo e disse que não se sentia confortável em continuar ao lado do sujeito.

Segundo o relato da passageira, os comissários disseram que ela poderia ficar à vontade para sair do lugar, mas que não outro assento disponível no voo em que eles pudessem acomodá-la. Por conta disso, ela teria que se sentar ao lado dele novamente no momento do pouso, mas a mulher relatou que teve que ficar ao lado do outro passageiro por um longo tempo, pois eles estavam na última fileira de poltronas e foram os últimos a conseguir desembarcar.

À imprensa dos EUA, a United Airlines informou que abriu uma investigação para apurar o caso. "A segurança dos nossos clientes e colegas é a nossa principal prioridade. Levamos esses assuntos a sério e estamos investigando o que ocorreu. Também entramos em contato com a cliente e nos desculpamos pela experiência", disse em comunicado.

A companhia aérea também declarou que o voo foi operado por uma empresa parceira, a Republic Airways, e que funcionários da United Airlines só foram informados do incidente quando os passageiros já estavam desembarcando.

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A passageira ainda afirma que o homem que supostamente se masturbava foi liberado para deixar o avião e o aeroporto normalmente. Ela diz que, ao reclamar do ocorrido, recebeu um voucher de US$ 100, pouco mais de R$ 500, sendo que pagou US$ 400 pela passagem, cerca de R$ 2 mil.

Fonte: Portal Terra
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