Um grupo de 15 países europeus, incluindo Itália, Espanha e Polônia, divulgou nesta quarta-feira (1º) uma declaração conjunta na qual pede o fim imediato das operações militares de Israel no Líbano e dos ataques do Hezbollah.
A iniciativa chega um dia antes do marco de um mês da entrada do grupo xiita no conflito, em represália pela morte do aiatolá Ali Khamenei, então líder supremo do Irã, em bombardeios israelenses e americanos em Teerã.
"Estamos chocados com a situação dramática no Líbano, onde já existem 1,2 milhão de deslocados internos, aproximadamente 25% da população total. As operações militares israelenses no Líbano e os ataques do Hezbollah devem cessar", diz o documento, que é assinado pelos ministros das Relações Exteriores de Bélgica, Croácia, Espanha, Estônia, Finlândia, Islândia, Itália, Irlanda, Letônia, Luxemburgo, Moldávia, Noruega, Polônia, San Marino e Suécia.
"Exortamos Israel a respeitar integralmente a soberania e a integridade territorial do Líbano e apelamos a todas as partes, tanto ao Hezbollah quanto a Israel, para que suspendam as ações militares", acrescenta a declaração conjunta. .