O L'Équipe destaca a nobreza do gesto de Marquinhos com Gabriel, ao consolar o jogador do Arsenal após ele errar o pênalti no sábado, lance que deu a vitória ao PSG, chamando o brasileiro de "gentleman".
Para o diário esportivo, Marquinhos ajudou a definir o que é ser capitão, com sua elegância e nobreza, além da empatia pelos outros, até mesmo pelos adversários. O jornal destaca que o zagueiro brasileiro também é um capitão notável por suas qualidades de comunicação: tudo o que diz visa o bem-estar dos outros e o bem da equipe. "Um verdadeiro capitão que não deixa ninguém para trás", sublinha.
Marquinhos aparece como a figura mais simbólica do PSG para o Le Parisien. É ele quem surge com o troféu nas mãos diante da torcida e representa a ligação entre o time e os fãs, além de ser o rosto da conquista. O jogador brasileiro é retratado como o líder natural dessa geração histórica.
Para o jornal, o gesto de Marquinhos com Gabriel após a final é um símbolo de humildade, altruísmo e liderança exemplar. O texto sugere que esse comportamento resume o espírito do time.
Incertezas sobre o futuro
Mas, apesar de ser uma lenda do clube, o futuro de Marquinhos é citado pelo Le Parisien como uma das questões do próximo mercado de transferências. Aos 32 anos, ele pode decidir seu destino, com interesse vindo do exterior. Ainda assim, o próprio jogador demonstra vontade de continuar no PSG e buscar uma terceira Champions.
Para o Libération, Marquinhos é o líder técnico e moral do PSG, capitão e símbolo do time, essencial tanto pelo desempenho quanto pela atitude, "o verdadeiro rosto do sucesso do clube". Dentro de campo, é visto como um líder experiente, resiliente e decisivo para o título.
O jornal destaca o gesto humano do zagueiro ao consolar o adversário Gabriel, lembrando que os dois viajam nesta semana ao Brasil, onde vão começar a preparação para a Copa do Mundo.