Cuba promete se defender de "agressões terroristas e mercenárias"

26 fev 2026 - 11h49

O presidente cubano, ‌Miguel Díaz-Canel, afirmou nesta quinta-feira que o país caribenho se defenderá contra qualquer "agressão terrorista e mercenária que busque minar sua soberania e ⁠estabilidade nacional".

Suas declarações nas redes ‌sociais foram feitas depois que Havana informou na quarta-feira ter ‌matado quatro exilados ‌e ferido outros seis que ⁠navegavam em águas cubanas a bordo de uma lancha registrada na Flórida e abriram fogo contra uma patrulha cubana.

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O governo cubano ‌disse que o grupo era composto ‌por cubanos ⁠antigovernamentais, ⁠alguns dos quais já eram procurados por ⁠planejar ‌ataques.

"Cuba não ataca ‌nem ameaça", escreveu Díaz-Canel no X. "Afirmamos isso em repetidas ocasiões e reafirmamos hoje: Cuba se ⁠defenderá com determinação e firmeza."

O incidente ocorreu em um momento de tensões crescentes com os Estados Unidos, ‌que bloquearam os embarques de petróleo para a ilha em uma ⁠tentativa de pressionar o governo comunista.

A escassez de combustível afetou os transportes e agravou os cortes de energia na maior ilha do Caribe, onde a rede elétrica depende do petróleo importado. A ONU alertou para uma crise humanitária se as necessidades energéticas de Cuba não forem atendidas.

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