Charles III destaca laços com EUA e pede união em defesa da paz

Monarca, que está em Washington, discursou no Congresso americano

28 abr 2026 - 17h33
(atualizado às 17h42)

Em discurso no Congresso dos Estados Unidos, o rei Charles III destacou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e celebrou o "vínculo inquebrável" entre americanos e britânicos, embora tenha admitido "divergências".

Monarca, que está em Washington, discursou no Congresso americano
Monarca, que está em Washington, discursou no Congresso americano
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O monarca afirmou que a paz precisa ser promovida e defendeu que a "violência não vencerá". Além disso, mencionou que as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio "representam imensos desafios para a comunidade internacional".

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"Nossos países sempre encontraram formas de se unir. Apesar das diferenças e divergências, mantemos o compromisso compartilhado de defender a democracia, proteger nosso povo de danos e saudar a coragem daqueles que diariamente arriscam suas vidas a serviço de nossos países", afirmou.

O britânico destacou ainda que a parceria transatlântica segue "mais importante hoje do que nunca" e avaliou que vivemos em uma "era mais volátil e perigosa" do que em 1991, quando Elizabeth II discursou no Capitólio.

"O compromisso e a experiência dos EUA e de seus aliados estão no cerne da Otan, voltados à defesa mútua e à proteção de nossos cidadãos e interesses. Nossos laços de defesa, inteligência e segurança estão intrinsecamente ligados", declarou o monarca, referindo-se à aliança militar, frequentemente criticada pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Além de exortar Washington a manter uma "determinação inabalável" para ajudar a Ucrânia e seu "povo corajoso", Charles III ressaltou a importância de uma reflexão sobre a "responsabilidade compartilhada de proteger a natureza".

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Após o discurso no Congresso americano, Charles III e sua esposa, a rainha Camilla, participarão de um banquete oficial em Washington. Na quarta-feira (29), o casal real seguirá para Nova York, onde homenageará as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001. .

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