Em Nova York, o casal real depositou um buquê de rosas brancas e um bilhete manuscrito em um dos dois espelhos d'água, que marcam o local onde ficavam as Torres Gêmeas do World Trade Center. "Honramos a memória daqueles que perderam suas vidas de forma tão trágica em 11 de setembro de 2001", dizia a nota, em referência aos 25 anos dos ataques terroristas que mataram quase 3 mil pessoas. "Estamos em solidariedade duradoura com o povo americano diante de sua profunda perda", acrescentava o texto.
O casal real realizou a visita acompanhado pelo empresário e ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg, que preside o Memorial e Museu do 11 de Setembro. Charles e Camilla apertaram mãos e conversaram com familiares das vítimas, equipes de resgate e autoridades. Os dois também se encontraram rapidamente com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani.
A segurança em Nova York foi reforçada para a visita real, que ocorreu poucos dias depois de uma aparente tentativa de assassinato contra Trump durante uma gala da imprensa em Washington.
Rainha Camilla celebra aniversário do Ursinho Puff
Charles, que é apaixonado por jardinagem e pelo meio ambiente, também deve visitar um projeto de agricultura urbana sustentável no bairro do Harlem.
Enquanto isso, Camilla celebrará o centésimo aniversário do Ursinho Puff na Biblioteca Pública de Nova York, lendo um trecho de uma história para crianças de escolas locais. Ela será acompanhada pela atriz americana Sarah Jessica Parker e pelo escritor de thrillers Harlan Coben.
Ursinho Puff foi criado pelo escritor britânico A. A. Milne, mas tornou‑se um ícone profundamente enraizado na cultura popular americana, sobretudo após as adaptações da Disney. Ele é um exemplo clássico de patrimônio cultural britânico absorvido e celebrado nos EUA.
Rei se encontra com empresários
Mais tarde, Charles se reunirá com líderes empresariais, incluindo investidores e empreendedores, em um evento que destacará oportunidades de investimento britânico e os laços econômicos transatlânticos. Neste mês, Trump ameaçou recuar em um acordo comercial com o Reino Unido que limita o impacto das tarifas americanas, ao criticar a falta de apoio britânico em relação à guerra do Irã.
O último compromisso de Charles celebrará o trabalho de sua instituição de apoio a jovens, a The King's Trust, em uma recepção na casa de leilões Christie's.
(Com agências)