Justiça argentina revista casa da mãe de promotor morto

A Justiça investiga supostas contas bancárias não declaradas de Nisman no exterior e uma arma do procurador que estaria guardada na casa da mãe

14 abr 2015 - 22h21
(atualizado em 15/4/2015 às 09h04)
Imagen de archivo del fallecido fiscal argentino Alberto Nisman en en una entrevista con periodistas en Buenos Aires, mayo 29 2013. Un fiscal en Argentina apeló el martes el fallo que desestimó una grave denuncia contra la presidenta Cristina Fernández que fue realizada originalmente por el fiscal Alberto Nisman, quien murió en oscuras circunstancias y disparó una crisis política en el Gobierno.
Imagen de archivo del fallecido fiscal argentino Alberto Nisman en en una entrevista con periodistas en Buenos Aires, mayo 29 2013. Un fiscal en Argentina apeló el martes el fallo que desestimó una grave denuncia contra la presidenta Cristina Fernández que fue realizada originalmente por el fiscal Alberto Nisman, quien murió en oscuras circunstancias y disparó una crisis política en el Gobierno.
Foto: Marcos Brindicci / Reuters

A Justiça argentina realizou nesta terça-feira uma batida na casa da mãe do procurador argentino Alberto Nisman, morto quando investigava o ataque contra a associação judaica AMIA, em Buenos Aires.

Agentes federais cumpriram uma ordem judicial na casa de Sara Garfunkeld, mãe de Nisman, procurador que acusou a presidente Cristina Kirchner de encobrir ex-dirigentes iranianos envolvidos no ataque à AMIA.

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Nisman foi encontrado morto em seu apartamento em 18 de janeiro passado, quatro dias depois de acusar Kirchner e seu chanceler, Héctor Timerman, de acobertar ex-funcionários iranianos pelo atentado à AMIA, que deixou 85 mortos e 300 feridos em 1994.

A Justiça investiga supostas contas bancárias não declaradas de Nisman no exterior e uma arma do procurador que estaria guardada na casa da mãe.

Caso Nisman: milhares marcham em Buenos Aires
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As circunstâncias da morte de Nisman permanecem incertas depois de seu corpo ter sido encontrado no banheiro de seu apartamento de Buenos Aires, e o caso segue como "morte duvidosa".

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O promotor morreu com um tiro na cabeça de uma velha pistola calibre 22. Nisman havia pedido a arma emprestada a um colaborador um dia antes de se apresentar no Congresso para ampliar sua denúncia contra a presidente.

Baseado em Nisman, promotor pede acusação a Cristina Kirchner
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