Garota de programa é suspeita de matar famoso lutador; veja quem

Crime no Rio de Janeiro! Garota de programa é suspeita de matar famoso lutador; suspeita de 46 anos é detida após vídeo de testemunha e negou tudo

7 ago 2025 - 10h03
Suspeita de crime em RJ
Suspeita de crime em RJ
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

A polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Shirlei dos Santos, uma mulher trans de 46 anos, sob a acusação de ter assassinado o lutador de artes marciais Alan Liberato de Oliveira. O crime, que ocorreu em junho nos arredores da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, ganhou um novo capítulo com a detenção da suspeita, que nega veementemente as acusações e aponta para uma suposta conspiração de outras profissionais do sexo.

Como foi o crime?

O lutador, de 41 anos, foi brutalmente esfaqueado no pescoço em uma área conhecida por ser um ponto de prostituição. Apesar de ter sido socorrido e levado para o Hospital Municipal Souza Aguiar, ele não resistiu aos ferimentos e teve morte cerebral dias depois, segundo fontes da investigação. O caso, inicialmente com poucas pistas, teve uma reviravolta com a circulação de um vídeo nas redes sociais. Nele, uma outra profissional do sexo afirmava ter informações sobre a autoria do homicídio.

Publicidade

Agentes da 17ª DP (São Cristóvão), sob o comando da delegada Márcia Becker, intensificaram as investigações e conseguiram localizar a testemunha na última segunda-feira (4), na mesma região do crime. No local, Shirlei também foi identificada e presa. A detenção foi crucial para o andamento do inquérito, que busca esclarecer as circunstâncias e, principalmente, a motivação do ataque.

O que a suspeita disse?

Durante seu depoimento, Shirlei dos Santos negou qualquer participação no assassinato. A defesa da acusada, conforme reportagens da imprensa local, alega que ela está sendo vítima de um "complô" organizado por outras garotas de programa, motivado por ciúmes e desavenças profissionais. A versão da suspeita, no entanto, ainda está sendo confrontada com as evidências coletadas pela polícia. O caso levanta questões sobre a dinâmica social e as tensões existentes na área da Quinta da Boa Vista.

A prisão preventiva da mulher trans foi decretada, e ela responderá por homicídio qualificado. Enquanto a investigação avança para desvendar os detalhes e a motivação exata do crime, o caso continua a gerar repercussão, unindo o universo das artes marciais com a realidade complexa das ruas do Rio de Janeiro, e destacando a importância da colaboração de testemunhas para a elucidação de crimes.

Leia essa também: Foto do jogador ferido na prisão após dar 60 socos na mulher viraliza: 'Foi pouco'

Publicidade

Confira o post:

Contigo
Fique por dentro das principais notícias
Ativar notificações