Forbes revela os 10 maiores bilionários do Brasil em 2026

Ranking, baseado principalmente em informações públicas, mostra mudanças entre os mais ricos do país e destaca empresário que avançou 11 posições em um ano

28 ago 2026 - 15h40
Resumo
O ranking da Forbes de 2026 aponta 255 bilionários no Brasil, somando R$ 1,86 trilhão de patrimônio, com crescimento de riqueza para 59,2% deles. Eduardo Saverin lidera a lista pelo quarto ano seguido, com R$ 162,9 bilhões, mesmo registrando queda patrimonial. O maior destaque de ascensão foi de Ricardo Faria, que saltou para o 10º lugar com fortuna de R$ 35,1 bilhões após crescer 79%. O cálculo da Forbes considera dados públicos de empresas, excluindo bens pessoais não verificáveis.

O Brasil tem 255 bilionários em 2026, segundo o ranking da Forbes, e a fortuna somada desse grupo chega a R$ 1,86 trilhão. Entre os dez primeiros colocados, algumas posições mudaram de forma significativa, mas o primeiro lugar continua nas mãos de Eduardo Saverin.

Pelo quarto ano seguido, Eduardo Saverin segue no topo entre os bilionários brasileiros, mesmo após queda no patrimônio
Pelo quarto ano seguido, Eduardo Saverin segue no topo entre os bilionários brasileiros, mesmo após queda no patrimônio
Foto: Reprodução/Facebook / Perfil Brasil

Cofundador do Facebook, Saverin aparece no topo da lista pelo quarto ano consecutivo. Sua fortuna, porém, caiu de R$ 227 bilhões para R$ 162,9 bilhões no período analisado. A maior ascensão entre os dez primeiros foi de Ricardo Faria. O empresário passou da 21ª posição, em 2025, para a 10ª neste ano, depois de aumentar seu patrimônio de R$ 19,6 bilhões para R$ 35,1 bilhões.

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Quem são os 10 maiores bilionários do Brasil?

Confira a lista divulgada pela Forbes:

  • Eduardo Saverin — R$ 162,9 bilhões
  • Vicky Sarfati Safra e família — R$ 130,6 bilhões
  • Jorge Paulo Lemann e família — R$ 103,5 bilhões
  • André Santos Esteves — R$ 66,1 bilhões
  • Fernando Roberto Moreira Salles — R$ 50,3 bilhões
  • Pedro Moreira Salles — R$ 46,6 bilhões
  • Max Van Hoegaerden Herrmann Telles — R$ 38,8 bilhões
  • Miguel Gellert Krigsner — R$ 35,7 bilhões
  • Carlos Alberto da Veiga Sicupira e família — R$ 35,4 bilhões
  • Ricardo Castellar de Faria — R$ 35,1 bilhões

A lista reúne fortunas ligadas a diferentes setores, como tecnologia, finanças, bebidas, mineração, cosméticos, alimentos e investimentos. Entre os dez primeiros, portanto, estão tanto nomes associados a grandes empresas brasileiras quanto empresários com negócios internacionais.

Quem mais ganhou dinheiro?

Ricardo Faria foi o destaque em termos de crescimento percentual dentro do grupo. Seu patrimônio avançou 79,08% em um ano, o que permitiu a entrada no top 10.

Outro movimento expressivo ocorreu com Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, que passou da 11ª para a 7ª colocação. O empresário, de 30 anos, aparece ligado à AB InBev e à 3G Capital e tem patrimônio estimado em R$ 38,8 bilhões.

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Entre os nomes que já estavam no grupo dos dez mais ricos, André Esteves também teve uma valorização significativa. Sua fortuna passou de R$ 51 bilhões para R$ 66,1 bilhões, alta de 29,61%.

Quem perdeu posição entre os bilionários?

A principal queda entre os dez primeiros foi de Carlos Alberto Sicupira. O empresário estava na sexta posição em 2025 e passou para a nona neste ano. Seu patrimônio também recuou, de R$ 39,1 bilhões para R$ 35,4 bilhões.

No conjunto de 255 bilionários, contudo, a trajetória predominante foi de crescimento. 151 pessoas, ou 59,2% do grupo, aumentaram suas fortunas no período. Outras 77 tiveram redução patrimonial, enquanto 27 permaneceram praticamente no mesmo nível.

Como a Forbes calcula as farturas?

O ranking considera informações públicas para estimar o patrimônio dos brasileiros com pelo menos R$ 1 bilhão. Entre os principais dados utilizados estão as participações em empresas negociadas na Bolsa, considerando os valores de fechamento de 30 de junho de 2026.

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A metodologia também leva em conta participações em empresas privadas e outras informações disponíveis. Por outro lado, bens como imóveis, obras de arte, aviões e embarcações geralmente ficam fora do cálculo, a menos que existam dados confiáveis fornecidos pelo próprio participante.

A Forbes ressalta, portanto, que algumas fortunas podem estar subestimadas, já que o levantamento depende de informações públicas e verificáveis.

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