Flávio Bolsonaro é formado em quê? Veja a formação acadêmica do candidato à presidência

Candidato do PL recebeu 56,1 milhões de votos no primeiro turno, contra 53,8 milhões de Lula; veja onde o senador estudou

6 out 2026 - 04h57
O candidato Flávio Bolsonaro
O candidato Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução/Instagram

Flávio Bolsonaro (PL) vai disputar o segundo turno da eleição presidencial de 2026 contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio recebeu 56.104.268 votos, o equivalente a 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula teve 53.876.617 votos, ou 45,16%. A diferença entre os dois foi de 2.227.651 votos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com a confirmação da disputa pelo segundo turno, informações sobre a trajetória pessoal e profissional dos dois candidatos voltam a despertar interesse. Entre as perguntas sobre o candidato do PL que está em alta nas buscas, uma delas é: "Flávio Bolsonaro é formado em quê?". O senador é bacharel em Direito pela Universidade Candido Mendes, no Rio de Janeiro, e também possui especializações e MBA informados em seu currículo. Ele iniciou a graduação em 2000 e concluiu o curso em 2005.

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Durante o período da graduação, Flávio conciliou os estudos com a atuação política. Ele foi eleito deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2002, quando ainda cursava Direito.

Flávio Bolsonaro é advogado?

Além de ser formado em Direito, Flávio Bolsonaro possui inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Em 2026, após questionamentos sobre informações que apareciam em biografias oficiais, o senador publicou imagens de seus diplomas para apresentar sua formação acadêmica.

Além da graduação em Direito, Flávio informa em seu currículo uma especialização em Políticas Públicas e um MBA em Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos Negócios pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Advogado do pai durante prisão

Em março de 2026, Flávio Bolsonaro passou a atuar formalmente como advogado de defesa de seu pai, Jair Bolsonaro, após ser incluído pela equipe jurídica no processo de execução penal decorrente da condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão.

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O senador passou a integrar efetivamente a defesa, podendo ter acesso aos autos, apresentar petições, acompanhar decisões e participar das estratégias jurídicas do caso. A condição de advogado também lhe garantiu as prerrogativas profissionais previstas para a comunicação com seu cliente, o que permitiu que visitasse Jair Bolsonaro com maior frequência enquanto ele estava preso na Papudinha.

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