Criança de 4 anos cai da moto e morre ao ser atropelada por ônibus

Um caso de muita tristeza aconteceu na cidade de Belford Roxo, no Rio de Janeiro; uma criança de apenas 4 anos morre ao cair da moto e ser atropelada

7 ago 2025 - 09h39
Criança de 4 anos cai da moto e morre ao ser atropelada por ônibus
Criança de 4 anos cai da moto e morre ao ser atropelada por ônibus
Foto: Reprodução/ Globo e unsplash / Contigo

Na tarde de quarta-feira (6), um grave acidente resultou na morte de uma criança de 6 anos em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O menino, identificado como Gael, estava na garupa de uma motocicleta conduzida por João Cruz, de 24 anos, quando se desequilibrou durante uma ultrapassagem e caiu na pista da Estrada Aníbal da Mota, no bairro Vila Santa Teresa. Um ônibus que trafegava logo atrás não conseguiu frear a tempo e acabou atropelando a criança, que morreu no local. "O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ao chegar, Gael já estava sem vida", relataram testemunhas.

A mãe de Gael, que mora nas proximidades, correu até o local ao saber do acidente e entrou em estado de choque ao se deparar com a tragédia. A área foi isolada para a realização da perícia e o trânsito ficou parcialmente bloqueado durante os procedimentos. O motociclista João Cruz também sofreu ferimentos e foi encaminhado ao Hospital Municipal de Belford Roxo. Ainda não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

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Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, transportar crianças com menos de 10 anos em motocicletas é proibido. A regra, atualizada em 2021, também exige que o menor consiga se apoiar adequadamente na pedaleira e manter-se firme com segurança. "Além da idade mínima, é fundamental o uso de equipamentos de proteção, como capacete infantil com viseira abaixada, luvas e cintos especiais", alertam especialistas em segurança no trânsito. A infração é considerada gravíssima e resulta em multa e suspensão da habilitação do condutor.

Agentes do 39º BPM (Belford Roxo) foram acionados para atender à ocorrência, e a investigação ficou a cargo da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento de Gael, cuja morte causou comoção entre moradores da região.

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