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Pfizer e BioNTech começam estudos de vacina contra Ômicron

Por volta de 1,4 mil pessoas participarão das avaliações

26 jan 2022 10h14
| atualizado às 10h23
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A Pfizer e a BioNTech anunciaram na terça-feira (25) que iniciaram uma avaliação clínica para testar uma vacina contra a variante Ômicron da Covid-19, que é altamente contagiosa.

Um paciente recebendo uma dose da vacina contra a Covid-19
Um paciente recebendo uma dose da vacina contra a Covid-19
Foto: AFP / Ansa - Brasil

De acordo com as empresas, os especialistas vão avaliar a segurança e a eficácia do produto. No geral, pelo menos 1.420 pessoas com idades entre 18 e 55 anos participarão dos testes da nova versão da vacina.

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Os voluntários da ação foram divididos em três grupos. Os participantes do primeiro receberam duas doses do atual imunizante da Pfizer/BioNTech por volta de 90 e 180 dias antes da inscrição para os testes e ganharão uma ou duas doses da nova vacina contra a Ômicron.

O segundo conjunto, por sua vez, é composto por indivíduos que tomaram três doses da vacina atual no mesmo período dos membros do primeiro grupo (entre 90 e 180 dias) e vão receber uma outra dose do imunizante original ou uma do adaptado. Por fim, o terceiro tem pessoas que não foram vacinadas e que tomarão três doses do novo medicamento.

Kathrin Jansen, diretora de pesquisa de vacinas da Pfizer, afirmou que desenvolver e investigar imunizantes baseados nas variantes da Covid-19 "são essenciais" para que as pessoas "mantenham um alto nível de proteção".

A especialista ainda comentou que os dados atuais mostram que as doses de reforço do imunizante "fornecem alto nível de proteção contra quadros graves e hospitalização com a Ômicron". No entanto, ela reforçou a ideia do laboratório continuar preparado caso essa proteção "diminua com o tempo". .

   

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