Vantagem de Lula sobre Flávio cai no segundo turno, empate técnico se mantém, diz Quaest

2 set 2026 - 10h55
(atualizado às 11h11)
Resumo
Pesquisa Quaest divulgada pelo jornal O Globo aponta empate técnico no segundo turno presidencial entre Lula (42%) e Flávio Bolsonaro (41%), com redução da vantagem do petista. No primeiro turno, Lula lidera com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que registra entre 29% e 30%, e Augusto Cury, consolidado em terceiro lugar com 10%. Os demais nomes não superam 3%. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 30 de agosto e 1º de setembro.

A vantagem ‌numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) caiu em um potencial segundo turno da eleição presidencial de outubro, mostrou pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira pelo jornal ⁠O Globo, que indicou ainda persistência do ‌cenário de empate técnico entre ambos.

O levantamento confirmou ainda tendência apontada por outras pesquisas recentes ‌de crescimento de Augusto ‌Cury (Avante), que se consolida na terceira posição, ⁠embora ainda distante de Lula e Flávio.

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No primeiro turno, em um cenário sem o nome de Pablo Marçal (PRTB), Lula aparece com 37%, ante 38% na pesquisa anterior divulgada em 14 ‌de agosto, ao passo que Flávio soma 29%, ‌ante 31%, e ⁠Cury aparece ⁠com 10%, ante 2%. Nenhum outro candidato ultrapassa a ⁠marca de 3%.

No ‌cenário em que ‌Marçal aparece como candidato, Lula tem 37%, ao passo que Flávio soma 30%. Cury aparece com 10%. Nenhum outro candidato ultrapassa a ⁠marca de 3%. Não é possível comparar este cenário com o da pesquisa anterior, pois no levantamento de meados de agosto Leonardo Avalanche aparecia como ‌candidato do PRTB no lugar de Marçal, que registrou sua candidatura a despeito de ter ⁠sido declarado inelegível por oito anos por decisão judicial.

No segundo turno, Lula soma 42% ao passo que Flávio aparece com 41%. Ambos estão em empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. No levantamento anterior, o petista tinha 43% e o senador registrava 40%.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro.

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