Resumo
Em sabatina no Jornal Nacional, o candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou ser contrário à vacinação obrigatória no Brasil, classificando a medida como antidemocrática. Apesar de ressaltar que tem o esquema vacinal em dia, confia na ciência e recomenda a imunização, Zema defendeu que famílias e crianças não devem ser perseguidas ou criminalizadas pela recusa vacinal, sustentando que a imposição não condiz com um país democrático.
Em sabatina no Jornal Nacional, o candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou ser contrário à vacinação obrigatória no Brasil, classificando a medida como antidemocrática. Apesar de ressaltar que tem o esquema vacinal em dia, confia na ciência e recomenda a imunização, Zema defendeu que famílias e crianças não devem ser perseguidas ou criminalizadas pela recusa vacinal, sustentando que a imposição não condiz com um país democrático.
O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, disse nesta segunda-feira, 24, que embora tenha seu esquema vacinal em dia, é contrário a tornar a vacinação obrigatória em todo o País. Durante a sabatina do Jornal Nacional, o presidenciável afirmou que considera a medida antidemocrática.
"Eu tomei todas as vacinas da covid, acredito na ciência, recomendo que tome. Em Minas eu recomendei que as crianças tomassem. Agora, eu não posso permitir que uma família, uma criança seja perseguida porque alguém não tomou a vacina. Então, eu tenho em mim essa questão de que ser obrigatório, transformar num crime, isso não é o que pode acontecer num país democrático", declarou.