O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), voltou a defender nesta terça-feira, 20, medidas para apurar as supostas irregularidades do Banco Master. "Tudo deve ser investigado, não há nada escondido que não possa ser descoberto: de lavagem de dinheiro a contribuições de campanha. Temos o dever de fiscalizar, cobrar explicações e proteger a economia do País. De quem quer seja, estejam onde estiver", declarou o senador em seu perfil no X.
Randolfe classificou o caso como "um dos maiores crimes contra o sistema financeiro nacional já ocorridos na história de nosso País" e listou as medidas que apoiará:
1. A atuação e fiscalização do Banco Central que merecem a nossa homenagem;
2. As investigação que estão em curso por parte do Ministério Público e Polícia Federal;
3. O Grupo de Trabalho, criado pelo presidente Renan, no âmbito da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE);
4. Quaisquer iniciativas de CPI ou CPMI que estejam tramitando no Congresso Nacional.
Randolfe será um dos integrantes do grupo de trabalho criado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para supervisionar as investigações.
O grupo será instalado na primeira semana de fevereiro, será coordenado por Renan Calheiros (MDB-AL) e também terá a participação de integrantes da oposição.