Para quem tentar interferir nas eleições, digo que não vai dar certo, afirma Flávio

7 set 2026 - 18h04
Resumo
Em ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que tentativas de interferir nas eleições fracassarão. Ao evocar a imagem do pai, Jair Bolsonaro, hoje inelegível e em prisão domiciliar, ele assumiu sua missão política e alertou contra uma suposta "terceira facada" contra si e aliados. Flávio classificou as condenações do 8 de janeiro como farsa e revelou usar colete à prova de balas em sua campanha.

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou que eventuais tentativas de interferência no processo eleitoral não terão efeito e disse que seguirá na disputa "de peito aberto". A declaração foi dada durante o ato de campanha de 7 de Setembro, na Avenida Paulista, em São Paulo.

"Vão tentar uma terceira facada - não apenas em mim, mas também em meus aliados", disse Flávio, ao mencionar riscos à sua segurança e alegar perseguição política.

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No discurso, Flávio comparou sua imagem à do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje inelegível e em prisão domiciliar. "Sei que vocês estão olhando para cá e enxergando outra pessoa parecida comigo: Jair Messias Bolsonaro". Disse ainda que a camisa que vestia era uma homenagem ao pai.

O candidato relembrou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), há oito anos. Flávio citou que, no ano seguinte, esteve com o então candidato na Santa Casa do município, enquanto apoiadores se mobilizavam nas ruas.

Flávio também afirmou que houve uma "segunda facada" com as condenações relacionadas ao 8 de janeiro, que classificou como "farsa". Ele disse que encara como missão a responsabilidade transmitida por Bolsonaro ao filho primogênito e declarou que faz campanha com colete à prova de balas.

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