Resumo
Após o ministro André Mendonça determinar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro da Justiça reuniram-se com o presidente do STF, Edson Fachin. Messias classificou o encontro como institucional e republicano. A AGU pretende recorrer da decisão e avalia solicitar diretamente a Fachin a suspensão da liminar. Não há previsão de novas audiências com outros membros da Corte sobre o tema.
Após o ministro André Mendonça determinar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro da Justiça reuniram-se com o presidente do STF, Edson Fachin. Messias classificou o encontro como institucional e republicano. A AGU pretende recorrer da decisão e avalia solicitar diretamente a Fachin a suspensão da liminar. Não há previsão de novas audiências com outros membros da Corte sobre o tema.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse que a conversa com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, foi "muito institucional e republicana".
A declaração foi feita a jornalistas na saída do Supremo após a audiência que durou cerca de 30 minutos. O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, também participou, mas não falou com a imprensa. Não há previsão de audiências com outros ministros da Corte.
O encontro ocorreu após o ministro André Mendonça determinar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. A AGU deve contestar a decisão e uma das opções em análise é protocolar um pedido de suspensão de liminar diretamente a Fachin.