Em campanha no Rio, o senador Flávio Bolsonaro pediu votos e declarou que receberá a faixa presidencial do pai, Jair Bolsonaro. Além de criticar a gestão Lula, o candidato prometeu medidas contra a violência doméstica, com monitoramento de agressores e autonomia para mulheres. Na educação e inclusão, propôs apoio a estudantes com deficiência, suporte à saúde mental de professores e um currículo escolar focado no mercado de trabalho.
O senador Flávio Bolsonaro pediu a apoiadores que busquem novos votos para sua candidatura e voltou a afirmar que receberá a faixa presidencial das mãos do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), caso seja eleito.
"Faltam 15 dias. Me ajuda, vamos arrumar mais um votinho", disse durante encontro com mulheres no Rio de Janeiro, neste sábado. "Não vamos baixar a guarda. É até o último minuto", afirmou Bolsonaro, durante uma fala breve no ato. "Vamos libertar o nosso Brasil no dia 25."
O candidato de oposição ao PT projetou o que seria sua posse como presidente: "Vocês verão no dia 6 de janeiro de 2027, na data da posse, Flávio Bolsonaro fazendo uma oração, entregando o Brasil nas mãos de Deus. E vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidente."
Críticas a Lula; propostas no combate à violência doméstica e na educação
Flávio também criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atribuindo à atual gestão recordes de violência contra mulheres, impostos elevados e fechamento de indústrias. "A gente não aguenta mais uma hora com esse presidente", afirmou.
O senador prometeu ampliar políticas de proteção às mulheres e de inclusão de pessoas com deficiência, com ações em diferentes ministérios. Na área de combate à violência doméstica, propôs casas de acolhimento para vítimas, financiamento para iniciativas de autonomia econômica e monitoramento de agressores com medidas protetivas, por meio de tornozeleiras eletrônicas e alertas à polícia quando houver aproximação das vítimas.
Na área da Educação, se comprometeu a ampliar o suporte federal aos governos estaduais, dar atenção à saúde mental dos professores e criar espaços de acolhimento para estudantes autistas em crise.
No evento, assinou um termo de compromisso para dar continuidade a políticas de Jair Bolsonaro para a comunidade surda.
Flávio ainda defendeu mudanças no currículo escolar, com maior ênfase em empreendedorismo, educação física, esporte e conteúdos voltados à preparação dos jovens para o mercado de trabalho. O candidato afirmou que pretende governar ouvindo os grupos atendidos pelas políticas públicas e colocar as mulheres no centro de sua gestão.