Após a reeleição do presidente Lula, a CropLife Brasil defendeu o fortalecimento da segurança jurídica, a modernização regulatória baseada em critérios científicos e o estímulo contínuo à pesquisa e inovação. A entidade destacou que a proteção da propriedade intelectual e a atração de investimentos são fundamentais para manter a competitividade do agronegócio nacional, impulsionar a produtividade sustentável e consolidar a liderança global do país como exportador de alimentos e tecnologias.
A CropLife Brasil, associação que representa empresas dos setores de sementes e mudas, biotecnologia, defensivos químicos e bioinsumos, defendeu o fortalecimento da segurança jurídica, a modernização da infraestrutura produtiva e o aperfeiçoamento dos marcos regulatórios como condições para ampliar a competitividade da agricultura brasileira no próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito neste domingo. Em nota de posicionamento, a entidade também destacou a importância de um ambiente de negócios favorável à atração de investimentos e ao desenvolvimento de novas tecnologias para o setor.
A associação ressaltou a necessidade de garantir condições para a continuidade dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Segundo a CropLife, a trajetória do Brasil na produção mundial de alimentos é resultado de décadas de aportes em ciência e inovação, e sua continuidade depende de um ambiente que estimule novos investimentos e amplie o acesso dos produtores rurais às tecnologias. A entidade destacou a importância de fortalecer a presença brasileira em um mercado global cada vez mais exigente.
A CropLife também defendeu que a regulamentação do setor seja baseada em critérios científicos, transparência e estabilidade normativa. A associação considera fundamental o fortalecimento de mecanismos de incentivo à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à proteção da propriedade intelectual.
No comércio internacional, a entidade avalia que a cooperação técnica e a convergência regulatória com parceiros estratégicos são essenciais para ampliar o acesso a mercados e facilitar a adoção de inovações no campo.
Ao cumprimentar Lula pela reeleição, a associação reafirmou seu compromisso com o diálogo institucional e com a construção de uma agenda voltada ao desenvolvimento sustentável, à inovação e à competitividade da agricultura brasileira. A entidade defendeu a criação de condições estruturais para impulsionar a produtividade e ampliar a inserção internacional do setor.
Representante de 53 empresas, a CropLife ressaltou a complementaridade das tecnologias de sementes e mudas, biotecnologia, defensivos químicos e bioinsumos para enfrentar os desafios da agricultura tropical. Segundo a entidade, essas soluções são importantes para ampliar a resiliência dos sistemas produtivos, impulsionar ganhos de produtividade e contribuir para a segurança alimentar nacional e global.
A associação afirmou que pretende contribuir tecnicamente com o novo governo, o Congresso Nacional e as demais instituições públicas. O objetivo, conforme a nota, é colaborar para a construção de uma agenda que estimule a inovação, amplie as oportunidades de negócios e fortaleça o protagonismo brasileiro no cenário internacional. A entidade defendeu um ambiente favorável à inovação para consolidar o País não apenas como produtor de alimentos, mas também como desenvolvedor e exportador de tecnologias agrícolas.
"A continuidade dessa trajetória depende de um ambiente que estimule novos investimentos, amplie o acesso dos produtores às tecnologias e fortaleça a presença brasileira em um mercado global cada vez mais exigente", afirmou a CropLife Brasil, na nota.