Com quase 77% das urnas apuradas no segundo turno presidencial, a taxa de abstenção registra 18,98%, índice inferior aos 21,08% verificados no primeiro turno. A redução do não comparecimento contraria a tendência histórica e reflete os esforços das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. A maior presença de eleitores é considerada um fator estratégico crucial para a tentativa de virada de Lula, que foi derrotado por uma diferença de 2,2 milhões de votos na etapa inicial.
Com 76,98% das urnas apuradas, o índice de abstenção registrado até o momento no segundo turno das eleições está em 18,98%. A taxa parcial é menor do que no primeiro turno, quando foi de 21,08% o que corresponde a 33 milhões de eleitores.
O convencimento do eleitorado a comparecer às urnas esteve presente nas campanhas dos dois candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A diminuição da abstenção é estratégica para uma eventual virada de Lula, que foi derrotado pelo adversário na primeira rodada da votação por 2,2 milhões de votos.
O índice de abstenção tende a ser maior no segundo turno. Em 2022, já houve uma diminuição entre a primeira e a segunda rodada de votação, mas a diferença foi menor: de 20,95% para 20,59%.