Resumo
O senador Camilo Santana, porta-voz da campanha de reeleição do presidente Lula, negou que o governo vá cortar cargos do União Brasil, PP e Republicanos após as legendas apoiarem Flávio Bolsonaro. Santana destacou que a gestão prioriza a governabilidade e mantém relação sólida com aliados, pontuando ainda que diversos parlamentares dessas siglas continuam alinhados a Lula, citando o presidente da Câmara, Hugo Motta.
O senador Camilo Santana, porta-voz da campanha de reeleição do presidente Lula, negou que o governo vá cortar cargos do União Brasil, PP e Republicanos após as legendas apoiarem Flávio Bolsonaro. Santana destacou que a gestão prioriza a governabilidade e mantém relação sólida com aliados, pontuando ainda que diversos parlamentares dessas siglas continuam alinhados a Lula, citando o presidente da Câmara, Hugo Motta.
Questionado se o governo cortará cargos ligados ao União Brasil, PP e Republicanos, após as siglas declararem apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), o novo porta-voz da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), senador Camilo Santana (PT-CE), negou.
"O governo não age dessa forma. O governo sempre teve uma relação com seus aliados, com a governabilidade do País", disse.
O petista também pontuou que muitos parlamentares desses partidos estão apoiando Lula, apesar do posicionamento das siglas. Citou como exemplo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos).