Avaliação do governo Lula permanece estável em junho de acordo com pesquisa Ipsos-Ipec

22 jun 2026 - 13h58

A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu estável em junho, segundo pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta segunda-feira, 23. A gestão federal é avaliada como ótima ou boa por 32% dos entrevistados (eram 33% em março, data do último estudo) e ruim ou péssima por 38% (eram 40% há três meses). Os que classificam o governo como regular subiram de 24% para 28%.

O estudo mostra leves oscilações também na avaliação sobre a forma como o presidente governa: 44% aprovam (eram 43% em março), enquanto 50% reprovam (eram 51% há três meses).

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De março a dezembro de 2024, no segundo ano do terceiro mandato de Lula, houve mais entrevistados que aprovavam do que os que desaprovavam o governo. Essa curva começou a se inverter em março de 2025 - e desde então o presidente é mais desaprovado que aprovado.

O levantamento também mediu as expectativas dos brasileiros em relação ao governo Lula. Para 23%, a gestão está sendo menor do que imaginavam. Para 42%, porém, está sendo pior. Outros 32% afirmam que está sendo como imaginavam.

Outra métrica avaliada pela pesquisa Ipsos-Ipec é a percepção dos entrevistados em relação à economia. O porcentual dos que acreditam que a economia está melhor hoje do que seis meses atrás vem em queda desde dezembro de 2025. Antes, 30% diziam que estava melhor. Hoje, apenas 25% dizem o mesmo. Para 41%, a situação econômica está pior (eram 38% no fim do ano passado). Outros 30% consideram que a situação está igual em relação a seis meses atrás.

Apesar desse olhar negativo quanto à economia atualmente, 36% dos entrevistados se mostraram otimistas quanto ao futuro, dizendo que o Brasil estará melhor daqui a seis meses. Para 32%, a situação estará pior. Outros 25% afirmam que estará igual.

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A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de junho, com 2.000 entrevistas presenciais em 130 municípios.

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