PF investiga contrabando de medicamentos do Paraguai distribuídos em Recife, João Pessoa e Maceió

A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira, 17 de junho, uma operação para desarticular um esquema suspeito de importar e distribuir medicamentos proibidos no Brasil.

17 jun 2026 - 14h54
(atualizado às 15h08)

A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira, 17 de junho, uma operação para desarticular um esquema suspeito de importar e distribuir medicamentos proibidos no Brasil.

Medicamentos apreendidos pela PF
Medicamentos apreendidos pela PF
Foto: Reprodução / Portal de Prefeitura

A investigação aponta que os produtos entravam ilegalmente no país pela fronteira com o Paraguai e eram revendidos em estados do Nordeste por meio de uma estrutura usada também para ocultar a origem dos recursos obtidos com as vendas.

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De acordo com a PF, a rede criminosa mantinha um sistema de distribuição que abastecia cidades como Recife, João Pessoa e Maceió. Os medicamentos comercializados não possuíam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou tinham circulação proibida em território nacional.

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal da 5ª Região. As ordens judiciais foram executadas em Recife e Bom Conselho, em Pernambuco, além de Foz do Iguaçu, no Paraná.

Os agentes também apreenderam três veículos que poderão auxiliar no avanço das investigações.

Segundo a Polícia Federal, os envolvidos poderão responder por crimes relacionados à importação irregular e comercialização de medicamentos sem registro sanitário, contrabando, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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As apurações continuam e novas diligências não estão descartadas. Os investigadores buscam identificar outros integrantes do esquema e dimensionar o alcance da distribuição dos produtos no mercado clandestino.

Operação mira crimes virtuais no Recife

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, 17 de junho, duas operações voltadas ao combate de crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet. As ações ocorreram em diferentes regiões do Recife e tiveram como foco pessoas suspeitas de armazenar, distribuir e até negociar conteúdos ilegais por meio de plataformas digitais.

Batizadas de Rastilho e Rastro, as operações foram executadas simultaneamente e resultaram no cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal.

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